InterNey
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Existe uma dificuldade imensa em ser honesto consigo mesmo.

Inventamos desculpas para fazermos coisas que gostamos por medo de parecermos gulosos, preguiçosos ou lascivos aos nossos próprios olhos.

Entendo que na sociedade somos julgados por nossos pecados capitais a todo instante, mas no conforto de nossas mentes deveríamos entender e nos permitir um pouco de diversão após todo trabalho, estudo ou caridade.

Você sabe muito bem quem você é e o que você faz todos os dias, para enfrentar e vencer as as lutas diárias, não seja seu maior juiz, seja seu melhor amigo.

SejaHonestoConsigo

Publicado originalmente nesse post no Facebook.

Há pouco mais de um ano fiz um post sobre o uso do Linkedin para empresas, de lá pra cá muita coisa mudou. O linkedin saltou de quase 10 milhões para 15 milhões de brasileiros e incorporou uma série de novos recursos.

As páginas de empresas (ou Company Pages) ganharam uma série de melhorias como as Career Pages, Showcase Pages e Publisher Pages. Você pode ver como criar e gerenciar uma página além de mais detalhes de todos os tipos de páginas diretamente na ajuda do Linkedin que está bem clara e completa.

Além de divulgar seus produtos nas páginas da empresa, incentivar as pessoas a te seguirem e atualizar sua timeline, as empresas B2B podem maximizar o uso do Linkedin de duas formas:

Mídia Paga

A publicidade no Linkedin possui basicamente 2 modalidades: anúncios (que podem ser texto, imagem ou vídeo) e posts patrocinados (onde você promove um post da sua página para um público maior).

A segmentação profissional qualificada é o grande diferencial da mídia no Linkedin em relação a outras redes sociais, lá você pode escolher por cargo do funcionário, setor e tamanho da empresa e nível de experiência do profissional.

Você pode por exemplo anunciar um produto para profissionais seniores de departamentos de tecnologia de empresas médias, ou para diretores e gerentes financeiros de grandes empresas, ou Sócios/CEO/Presidentes de pequenas empresas.

Você pode criar um anúncio seguindo esse passo-a-passo diretamente no site do Linkedin.

Interação em Grupos

Os grupos do Linkedin são extremamente segmentados,  no momento que escrevo esse post existem 1488 grupos de Marketing em língua portuguesa, sendo 210 de marketig digital e vários deles com mais de 10 mil integrantes.

A interação nos grupos ajuda a criar reputação para a sua empresa e eventualmente você tem oportunidade de responder perguntas extremamente diretas como alguém pedindo recomendação exatamente do produto/serviço que sua empresa oferece.

É preciso tomar o cuidado para não transformar essa participação em spam, fazer posts em diversos grupos divulgando sua empresa pode lhe acarretar expulsão dos grupos, exclusão da sua conta no Linkedin e ainda manchar a reputação do seu negócio.

Ao responder dúvidas sobre a sua área de atuação você se torna referência no setor e consegue indicações espontâneas de outros membros. Participar dos grupos também lhe ajuda a acompanhar as novidades do seu mercado e se defender caso alguma crítica reclamação que atinja a sua empresa surgir em alguns dos grupos.

Para participar dos grupos é necessário usar um perfil pessoal, nesse ponto muita gente fica com um pé atrás pois a reputação conquistada pode ficar mais atrelada ao profissional do que a empresa em si, infelizmente é um problema que já acontece no mundo offline: funcionários do setor comercial criam relacionamento com clientes e acabam levando esses clientes embora quando mudam de emprego. Ou seja, nada mudou.

Cuide para que o perfil dos profissionais envolvidos esteja com o mínimo de informações necessárias para passar credibilidade:

• Escolha uma boa foto
• Preencha a escolaridade e cursos relacionados a área de atuação.
• Descreva cargos e realizações em cada empresa.
• Adicione conexões e recomendações reais, de pessoas conhecidas que possam dar referência do trabalho dos profissionais.

Uma dificuldade que essa técnica traz é o grande volume de grupos em algumas áreas, gerenciar centenas de grupos manualmente é quase impossível.

Minha recomendação é utilizar uma ferramenta automatizada pra isso. Através do Linkedin você participa dos grupos que lhe interessam, conecta em uma ferramenta e monitora os grupos através dela.

Segue passo-a-passo de como fazer isso através da ferramenta Zubit:

Em Configurações/Contas, você insere sua conta pessoal do Linkedin:

Incluir_Conta_Linkedin_Monitoramento

Em Configurações/Pesquisas, você inclui uma Assinatura e seleciona Grupo do Linkedin:

Inserir_Grupo_Linkedin_Monitoramento

Após selecionar Grupo do Linkedin a ferramenta trará todos os grupos em que você está inscrito, no campo Assinatura selecione o grupo que você deseja monitorar, coloque os termos e o método de busca e basta clicar em Incluir Assinatura.

Configurar_Grupo_Linkedin_Monitoramento

Em Termos de Busca você pode utilizar tanto palavras que façam referência a sua marca como menções específicas ao tipo de produto/serviço que você oferece. Dessa forma você consegue participar pontualmente em cada grupo somente nos posts mais interessantes, otimizando seu tempo e gerando mais resultados com essa estratégia.

Espero que essas dicas lhe ajudem a aproveitar melhor o potencial do Linkedin. Bons negócios! :)

Eu estava agradecendo as coisas boas que tem acontecido na minha vida e pensando que francamente não mereço tudo o que tenho recebido.

Mérito é uma das coisas mais subjetivas que eu conheço. É possível analisar meritocracia de forma quantitativa ou qualitativa, ou ainda com os critérios mais diversos variando de pessoa para pessoa.

O que dói mais? Uma queimadura? Dor de cotovelo? Cólica renal? Parto? Um coração partido? Eu não sei opinar sobre parto, mas eu senti todas as outras dores. Muitas mulheres já compartilharam comigo que o parto não é uma dor

assim tão difícil de sentir, já que você passa por isso para trazer uma pessoa incrível ao mundo. Outras já me disseram que a maior dor é perder um filho, eu também nunca experimentei isso.

A verdade é que julgamos tudo com base em nossas próprias experiências. Quem nos fez ou faz bem, merece tudo de bom nessa vida. Quem nos prejudicou ou nos machucou, tem mais é que se ferrar.

Quando fazemos uma auto-análise a tendência é usar o mesmo critério, o problema é que eu já me fiz muito bem e também já me machuquei pra caramba. Aí eu não sei se mereço tudo de bom ou eu tenho mais é que me ferrar.

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De uns tempos pra cá decidi mudar minha postura, a questão relevante deixou de ser “se eu mereço ou não” para ser “o que eu vou fazer com isso”. Se eu estou com alguém e faço bem para essa pessoa, então eu mereço e vou fazer o possível para continuar merecendo. Se eu tenho algo que me faz bem eu vou descobrir como posso usar isso para fazer bem para outras pessoas também.

Eu costumava acreditar que eu tinha uma missão como ser humano, talvez eu realmente tenha, talvez seja fazer o melhor possível com os talentos, pessoas e coisas que foram colocados na minha vida, ou que eu encontrei pelo caminho.

Isso me ajudou a doar e deixar pra trás muitas coisas e pessoas, gente que eu tenho certeza de que está melhor sem mim e coisas que estão sendo melhor aproveitadas por outras pessoas.

No final das contas as coisas mais valiosas não são coisas, são pessoas e talentos. É mais difícil conquistar pessoas e talentos, felizmente é mais difícil perdê-los também. Mas quando você deixa as coisas pra trás sobra mais tempo para se dedicar as pessoas e talentos, sobra mais tempo para se dedicar ao que realmente é mais importante.

Eu não sei se mereço tudo isso, mas enquanto eu tiver tudo isso eu vou tentar usar da melhor forma possível.

Publicado originalmente nesse post do Facebook.

Quando você ler aquele post polêmico, ou até mesmo um comentário difícil de engolir nos seus próprios posts, faça o seguinte:

1) Escreva um longo comentário em resposta, tem de ter pelo menos 3 parágrafos. Procure levar em consideração o ponto de vista de cada um dos envolvidos.

2) Leia em voz alta pra você mesmo.

3) Agora que você já aprendeu algo ao ponderar sobre os diferentes pontos de vista numa discussão polêmica, apague antes de publicar e vá fazer alguma coisa útil da sua vida com o que você aprendeu, ficar na internet discutindo não vai resolver muita coisa.

Publicado originalmente nesse post do Facebook.

É comum durante a análise da presença de uma empresa nas redes sociais verificar como estão seus concorrentes. O que me assusta é geralmente a superficialidade de como isso é feito.

A idéia desse post não é criar um guia completo de como essa análise deve ser feita, mas levantar algumas questões que podem ajudar tanto analistas de social media menos experientes quanto empresas a exigirem um padrão melhor de serviços.

Algumas dicas aqui são muito básicas, mas acredite, muitos fornecedores de comunicação e jovens empreendedores não fazem o básico, por isso achei melhor prolongar alguns tópicos.

1) Como identificar os seus concorrentes?

 

Quando se analisa presença digital temos que levar em consideração que você não está disputando apenas sua posição em um mercado. Você está disputando a atenção, tempo e o dinheiro das pessoas.

Provavelmente você já sabe quem são os seus concorrentes diretos, mas devido a velocidade da internet é recomendado de tempos em tempos fazer algumas buscas no Google por palavras chave que descrevam o seu negócio. Muitas vezes seus concorrentes online não são os mesmos concorrentes do mundo de cimento e tijolo.

Se a sua empresa já existe há algum tempo você pode usar outra gambiarra do Google que é o parâmetro related, basta digitar no Google related:urldoseusite.com.br que vão aparecer alguns sites relacionados ao seu. Você pode fazer isso também com um concorrente já conhecido e descobrir outros concorrentes.

Sites relacionados

Além dos seus concorrentes de mercado lembre-se que na sua presença digital os influenciadores também concorrem contigo no quesito tempo. Sites e Redes Sociais de conteúdo voltado para o seu público-alvo podem ser seus maiores concorrentes na disputa de atenção.

Outro erro clássico que ouço são novos empresários dizendo que não possuem concorrentes porque “ninguém faz o que nós fazemos”. Além dos concorrentes de atenção que mencionamos temos outros negócios que concorrem contigo em tempo e dinheiro.

Se o seu público alvo prefere dedicar seu tempo a outra atividade e/ou seu dinheiro para adquirir outros produtos e serviços então essas atividades, produtos e serviços são seus concorrentes. O seu planejamento deve analisar como você vai convencer essas pessoas de que sua atividade/produto/serviços é mais interessante/atraente/rentável/divertida/satisfatória do que as opções atuais.

2) Como quantificar a presença dos seus concorrentes

 

A imensa maioria dos rankings que vemos aí compara as quantidades de seguidores/fãs/inscritos de uma marca contra a outra. É importante deixar claro que existem várias maneiras artificiais de inflar os fãs/seguidores/inscritos no Facebook, Google+,  Youtube, Twitter, Instagram e Pinterest entre outros.

Isso não invalida totalmente a comparação quantitativa entre empresas, mas é preciso diversificar a análise e tomar cautela ao fazer comparações absolutas como se esse número fosse equivalente a quantidade de produtos vendidos e/ou penetração no mercado. Os seguidores, fãs e inscritos são um indicativo interessante mas não podem ser o único fator de comparação. Basicamente seguidores, fãs e inscritos indicam o interesse em cada marca.

Outro comparativo importante é o de engajamento. Quantas pessoas curtem/compartilham cada conteúdo? Você pode coletar dados manualmente ou utilizar ferramentas como o Zubit para lhe ajudar nesse tipo de análise.

A análise de engajamento já te ajuda a ter uma idéia mais realista de como cada empresa está nas redes sociais. Um engajamento alto deixa claro que aquela marca está chamando a atenção dos fãs.

3) Como acompanhar o desempenho dos seus concorrentes

 

Geralmente como é feito hoje? Pega-se todas as menções a uma marca, coloca-se tudo num mesmo relatório/planilha e analisamos tudo junto. Daí saem métricas sem sentido, por exemplo: 1000 menções da marca X contra 1500 menções da marca Y. Não dá pra falar que uma empresa está melhor que a outra apenas pela quantidade de menções.

Falem mal mas falem de mim só funcionava numa época onde existia carência de informação e muita gente acabava conhecendo um serviço ou produto quando se falava mal do mesmo. Hoje às vezes algumas empresas ainda se beneficiam disso, mas é raro.

Sabendo disso algumas análises são um pouco mais evoluídas, compara-se os sentimentos das menções. Essa classificação hoje, em geral, é feita parcialmente por software e pode ser refinada manualmente dentro das ferramentas de monitoramento.

Análise de Sentimentos

Comparação de Sentimentos no Zubit

Ainda assim temos um problema: todas as menções, sobre diferentes assuntos, estão sendo analisadas de forma conjunta. O que nos leva a uma série de questões: O que os usuários estão elogiando ou criticando? Como é o atendimento da minha empresa quando comparado com o atendimento dos meus concorrentes? Qual a opinião dos usuários sobre os meus produtos quando comparado com os concorrentes? Qual a percepção dos meus consumidores em relação a minha entrega?

Para olhar mais de perto podemos separar as buscas em temas e subtemas. Veja por exemplo como isso é configurado na ferramenta de monitoria Zubit:

Temas

Configuração de Temas no Zubit

Configuração de subtemas

Configuração de subtemas

Comparação segmentada por tema

Comparação segmentada por tema

Acrescentando essas segmentações em cada marca podemos comparar as menções dentro dos mesmos assuntos. Dessa forma analisamos não apenas quantitativamente o quanto nossos consumidores se manifestam publicamente em relação a um tema/subtema, mas sabemos também naquele quesito específico se a percepção da nossa marca é melhor do que a dos concorrentes.

Espero que essas dicas lhe ajudem a fazer análises mais detalhadas da sua empresa e dos seus clientes de mídias sociais. Lembre-se que um relatório que não ajuda a tomar uma decisão ou se prevenir de um problema é um relatório inútil.

PS: As imagens acima são ilustrativas e não se referem ao mesmo tipo de empresa nem foram extraídos de clientes reais. :)

Hoje me incomodei com pequenas coisas que não deveriam mais me abalar.

Ao refletir porque me chateei, percebi que são ainda resquícios da minha personalidade antiga.

Faz meses que não me perturbo com essas coisas, mas não resisti quando aconteceram com frequência acima da média, me irritei por alguns instantes.

Se paro para refletir, percebo que não haviam motivos para ficar irritado, fiquei irritado por hábito.

Quantas vezes nossa primeira reação, ao invés de respirar e pensar em como reagir, é simplesmente jogar uma pedra de volta? Respondemos de forma irritada por reflexo, um ato quase involuntário.

Ainda preciso exercitar mais o hábito de manter a calma e o controle, entender que irritação só atrapalha na tomada de decisões e na produtividade é um mantra que tem me ajudado muito.

Publicado originalmente nesse post do Facebook.

Você pode estar amando ou não, sozinho ou acompanhado, triste ou feliz. É comum que muita gente use uma métrica binária para medir sentimentos.

Porém como definimos que estamos amando mais isso do que aquilo? Como afirmar que estamos nos sentindo sozinhos quando estamos rodeados de pessoas? Como dizemos que alguém nos faz mais feliz do que outras pessoas?

Às vezes aquilo que é mais recente, ainda mais forte em nossas memórias, é o que ganha a etiqueta de maior intensidade. Outras vezes a lembrança mais intensa é do passado e a dor do recesso define a ordem de importância em nossas mentes.

Às vezes medimos presença pelo tempo dedicado, ou pela qualidade do tempo gasto, ou ainda pela importância de um carinho nas horas certas.

Mas medir tempo sem cronômetro, intensidade sem termômetro e distância sem GPS é bastante complicado, além de impreciso.

Com toda essa imprecisão é comum sermos injustos quando medimos as coisas do coração, é comum termos memória curta e seletiva, é comum magoarmos quem nos quer bem.

Sentimentos não foram criados para serem medidos, no mundo das emoções e sensações é melhor deixar as métricas de lado para se emocionar e sentir à vontade.

Ainda não encontrei contra-indicações para lágrimas e sorrisos, use sem moderação.

Publicado originalmente neste post do Facebook.

As estatísticas mais pessimistas sobre redes sociais no Brasil apontam cerca de 55 milhões de usuários em redes sociais (CETIC.br fevereiro/2013 – 69% de participação). O próprio Facebook já declarou uma base de 80 milhões de brasileiros na plataforma. Se adicionarmos Twitter, Blog e Youtube na conta temos aí quase 100 milhões de pessoas utilizando alguma mídia social.

Saber o que estão falando da sua marca nesse ambiente é o básico para qualquer empresa de médio ou grande porte. Para as pequenas empresas, mesmo que sua marca não seja muito comentada, é importante conhecer seu público alvo acompanhando o mercado e seus concorrentes.

O monitoramento ou diagnóstico de redes sociais é fundamental para o marketing nos dias de hoje, apesar de muitas empresa já terem aderido a essa prática, ainda existem diversas companhias que acreditam que basta estar no Facebook para se relacionar com seus consumidores.

Seguem algumas dicas que coletei depois de 5 anos trabalhando com mídias sociais, como agência, consultor ou cuidando de projetos próprios, o objetivo não é ser um guia definitivo sobre o assunto e também não é preciso seguir cada uma delas à risca, entenda como um guia de boas práticas que resolvi compartilhar com vocês.

1) Crie uma cultura social na sua empresa

 

Os funcionários da empresa já estão nas redes sociais, mas provavelmente estão utilizando-a apenas para entretenimento. Oriente-os sobre os usos corporativos das redes sociais, informe que blogs, canais de youtube, páginas do facebook e perfis de twitter possuem conteúdo que pode ser útil no dia-a-dia da empresa.

Muitas crises de atendimento em uma empresa acontecem porque funcionários, com o objetivo de defender a empresa, acabam tratando mal clientes e parceiros. Uma política de uso informando o que fazer ao encontrar reclamações ou ser questionado sobre as práticas da empresa evitam essas crises de comunicação.

Monitorar é acompanhar as conversas fora da empresa, antes de saber o que falam da sua marca nas rede sociais descubra o que pensam dos seus produtos e serviços dentro da companhia.

2) Organize seus dados

 

Monitorar um bando de palavras chave não vai lhe dar muita informação útil sobre sua empresa. Hoje é possível estruturar suas buscas categorizando os termos. Os softwares de monitoramento permitem que você organize as informações em Marcas e Temas de forma a comparar melhor os dados.

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• Crie uma relação de marcas (suas e de concorrentes) que você quer acompanhar.
• Conecte suas contas no software de monitoramento para que ele possa puxar suas menções e mensagens privadas diretamente, para facilitar o SAC em redes sociais.
• Insira as palavras chaves de cada marca.
• Organize a informação em Temas (Atendimento, Vendas, Qualidade, etc.) e Subtemas (Loja/Internet – Capital/Interior – Produto/Serviço – etc.)
• Insira termos negativos (que podem levar a resultados não relacionados com sua marca) e torne sua monitoria mais limpa.
• Crie alertas para assuntos emergenciais que requerem atenção imediata.

3) Tabule os resultados

 

Costumo dizer que classificar como positivo, negativo e neutro é basicamente o papai-e-mamãe da monitoria.

Hoje você pode categorizar livremente um post além de dizer que é positivo negativo ou neutro.

Ao categorizar você pode identificar:

• Vantagens do seu produto (e depois fazer um ranking de vantagens melhor percebidas pelos clientes).

• Listar pontos fracos do seu produto e de concorrentes (e gerar um relatório com recomendações para desenvolvimento de uma nova versão/modelo).

• Tendências de comportamento dos consumidores (para planejar a linha de comunicação de uma campanha).
• Aspectos de rejeição cultural (e tirar idéias para orientar o projeto editorial da marca)

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4) Busque canais novos

 

Da última vez que pesquisei existiam mais de 40 sites de redes ou mídias sociais que possuíam mais de 1 milhão de brasileiros cadastrados. Hoje com a diversidade de novos aplicativos esse número deve ser bem maior.

Nem todas as ferramentas de rede social estão integradas nativamente nos softwares de monitoria, mas é possível adicionar outras através de inscrição via RSS.

O Flickr, por exemplo, permite monitorar tags (http://api.flickr.com/services/feeds/photos_public.gne?tags=termodebusca&format=rss2) via RSS e o Yahoo Respostas possui na janela de busca uma opção de ver os resultados em RSS.

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5) Identifique influenciadores

 

Influenciadores são capazes de gerar incríveis picos de audiência em pouco tempo, e ao contrário do que a propaganda tradicional (e às vezes a propaganda em mídias sociais também) faz, é melhor usar influenciadores segmentados e não simplesmente os caras mais famosos da internet.

O ideal é gerar uma busca sobre assuntos relacionados ao mercado em que sua empresa atua e/ou suas marcas e avaliar os influenciadores que apareceram na monitoria.

Marcas muitas vezes investem pesado para chamar a atenção de influenciadores e deixam passar batido quando alguns interagem espontaneamente com a marca.

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Espero que esse pequeno resumo te ajude a planejar sua monitoria com um pouco mais de cuidado e aproveitar melhor o conhecimento e a visibilidade que as redes sociais podem trazer para o seu negócio.

Obrigado ao Zubit que me liberou a ferramenta para fazer esses testes.

No Facebook ou Google+ quando você preenche seus dados no perfil ou publica algo na timeline você define quem vê.

De forma simplificada é assim que funciona:

Público = Todo mundo.
Amigos = Só seus amigos veem e eles podem compartilhar esses dados com aplicativos ou terceiros.
Só eu = Essa é realmente a informação “privada”, mas na verdade o Facebook e o Google tem acesso a ela e teoricamente não podem entregar pra ninguém.

Nas configurações de privacidade você pode evitar que alguém te pesquise, puxem seus dados etc. Você pode ir lá e colocar tudo no máximo se você se sente mais seguro com isso.

Porém minha recomendação é que você comece a usar as redes sociais da seguinte maneira:

• Público = Aquilo que todo mundo pode saber sobre você, e que você não se importa se todo mundo ficar sabendo.
• Amigos = Aquilo que todo mundo pode saber sobre você, mas você prefere que saibam através de um amigo.
• Só eu = Aquilo que todo mundo pode saber sobre você, mas você quer fazer um charme/drama pra revelar.

Qualquer informação que você não queira tornar pública = Não cadastre em nenhuma rede social.

Espero que isso ajude alguém no futuro.

Postado originalmente neste post no Facebook.

1. Tem mais empresas e pessoas disputando o mesmo espaço

Cada mês milhões de pessoas novas entram no Facebook e milhares de empresas, isso apenas no Brasil. Como consequência cada pessoa tem  mais amigos a cada dia e curte  mais páginas.

Como se isso já não bastasse para deixar a timeline mais concorrida adicione o fato de que as pessoas estão produzindo mais conteúdo, elas compartilham mais links, postam mais fotos e fazem mais atualizações de status do que faziam antigamente.

Moral da história: tem muito mais pessoas e muito mais empresas disputando a mesma timeline. Não posso afirmar se o Facebook mexeu ou não mexeu no algoritmo dele, mas esse crescimento já justifica a dificuldade em divulgar o seu conteúdo de forma orgânicamente, antigamente era mais fácil porque você disputava a atenção das pessoas com menos amigos e empresas.

2. Existem softwares para automatizar os anúncios e a gestão do Facebook

Muitas empresas utilizam plataformas para automatizar os anúncios ou a gestão de conteúdo no Facebook, esses softwares dividem seu target em centenas de combinações de anúncios e otimizam eles em separado, quem usa essas plataformas teve um aumento de retorno sobre investimento no último ano.

Não são plataformas baratas para pequenas empresas e muitas agências acham que seus analistas de social media podem ter o mesmo resultado trabalhando no braço. Um ser humano mal consegue comparar a performance de uma dúzia de anúncios, fora que para criar centenas de segmentações ele gastaria metade do mês só cadastrando a campanha.

Se você é uma empresa pequena tudo bem, você está competindo com outros pequenos, mas se você é uma marca grande e não tem uma plataforma automatizada para anunciar e gerenciar pode ter certeza de que você está desperdiçando dinheiro e perdendo território para o seu concorrente.

3. Seu conteúdo é ruim e/ou sua fórmula já cansou

Sua campanha ia muito bem obrigado, mas a fórmula dos posts é a mesma faz 2 anos, e num mundo onde tudo muda muito rápido é provável que seu fã já cansou dessa fórmula e por isso parou de interagir com a sua marca.

Outro problema comum é deixar um estagiário ou um funcionário júnior cuidando do conteúdo. Se você fosse anunciar em uma revista, jornal ou TV que possui menos pessoas na audiência do que você possui fãs na sua página provavelmente você contrataria um profissional mais sênior ou uma agência para fazer esse anúncio, então porque você economiza na produção do seu conteúdo?

Se você não possui um projeto editorial orientando o planejamento do seu conteúdo e não tem um profissional experiente produzindo esse conteúdo então o seu conteúdo vai ter menos engajamento do que seus concorrentes, a não ser que você gasta dinheiro em publicidade para compensar sua falta de qualidade técnica.

Resumo

O mercado ficou mais concorrido e as grandes empresas contam com tecnologia para fazer tarefas numa escala que humanos não são capazes. Você precisa planejar melhor seu conteúdo e inovar constantemente, contar com essa tecnologia se você tem condições de investir e disputar os melhores profissionais.

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