Pare de ouvir os profetas do apocalipse corporativo

60% das novas empresas fecham em até 5 anos, para as pequenas empresas, onde se classificam a maioria das startups, a maioria fecha as portas em menos de um ano.

Antes do Facebook copiar o recurso de Stories do Snapchat para o Instagram (e depois Whatsapp, Messenger e o próprio Facebook) eles tentaram criar 3 aplicativos para brigar com o Snapchat, nenhum deles fez sucesso. Se você fizer uma busca por “Facebook Testa” no Google News vai encontrar dezenas de notícias de recursos que o Facebook testou em um grupo de usuários mas acabou não tornando permanente. Para cada acerto de uma empresa como o Facebook, existem centenas de erros anteriores.

É mais fácil acertar que uma empresa vai fechar ou uma startup vai errar do que acertar o “cara ou coroa” ao jogar uma moeda.

O empresário que fecha um negócio aprende com o seu erro ao revisar seus processos, a startup que erra ao lançar um recurso novo aprende com o seu erro ao ouvir o feedback dos seus usuários, o profeta do apocalipse que anunciou a queda da startup não aprendeu nada. Os seguidores do falso profeta não aprenderam nada.

Todas as técnicas modernas de inovação orientam a analisar o mercado consumidor antes de criar uma solução ou montar um modelo de negócios, mais importante do que seguir os profetas do apocalipse é seguir os hábitos do seu público alvo, entender a mudança de comportamento dos seus consumidores. Continuar lendo “Pare de ouvir os profetas do apocalipse corporativo”

Home Office na vida profissional e pessoal, uma modernização necessária

Nos últimos 15 anos trabalhei 5 anos exclusivamente em Home Office, algumas vezes como empreendedor e em outras como terceirizado. Como funcionário e gestor trabalhei e permiti que pessoas trabalhassem em Home Office.

Longe de querer ser um guia definitivo sobre o assunto, até porque estou tratando apenas da minha experiência, creio que a oportunidade de dar meu ponto de vista de diferentes perspectivas (contratado, contratante e empreendedor) pode ajudar a enriquecer o debate sobre o assunto que muitas vezes assisto incomodado ao perceber opiniões carentes de empatia e experiência. Continuar lendo “Home Office na vida profissional e pessoal, uma modernização necessária”

Descubra como um cachorro velho pode aprender truques novos

Não estou aqui querendo refutar décadas de estudos que demonstram que crianças tem mais aptidão para o aprendizado do que adultos, mas apesar da dificuldade, é inegável que pessoas adultas ou idosas podem aprender e mudar significativamente seus hábitos.

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O futuro e a Preguiça Criativa

Finalmente chegamos no futuro, não temos carros voadores mas temos uma rede mundial de comunicação: a internet.

A internet nos proporcionou acesso a quantidades absurdas de dados e muitos deles podem ser encontrados na sua forma mais bruta: manifestações espontâneas da população sobre os mais diversos assuntos, pela primeira vez é possível, ainda que de forma parcial, medir a repercussão de todos os acontecimentos da nossa sociedade.

Isso nos levou a uma era de reflexões, acho fantástico como temas como racismo, machismo, xenofobia, homofobia, transfobia, pedofilia e outras doenças sociais tem sido discutidas mais intensamente.

Quando a opinião alheia não estava disponível publicamente, era aceitável alegar desconhecimento para justificar algum grau de sociopatia, hoje porém é possível se informar e se vacinar contra diversos tipos de preconceitos. Continuar lendo “O futuro e a Preguiça Criativa”

Porque eu joguei fora 18 anos de conteúdo para começar de novo

Quando eu comecei um site em 1997 a idéia era apenas fazer testes. Eu era um programador, trabalhava com softwares corporativos (os famosos ERPs) e queria experimentar outras alternativas dentro da minha área de trabalho.

Nas horas vagas comecei brincando com HTML, mais tarde comecei a programar em PHP e nesse meio tempo eu comecei a escrever sobre tecnologia enquanto ainda trabalhava com sistemas corporativos.

O estranho é que escrever textos começou a me dar mais prazer e, alguns anos mais tarde, mais retorno financeiro do que escrever códigos. Fui considerado o primeiro brasileiro a viver de blog por diversas publicações, se eu já achava esse título idiota na época, hoje me parece ainda mais nonsense.
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