A inteligência artificial no setor de telecomunicações recebe orçamento antes de ter medida de retorno: 90% dos respondentes veem ganho, e de 25% a 30% não sabem medir o impacto no custo. O artigo separa o que Vivo, TIM, Claro e Algar declararam em público de simples meta, mostra o nível real de rede autônoma, explica quando a IA vira débito técnico e resume o que a Anatel já cobra no atendimento.
Inteligência artificial no setor de energia: a vantagem que o Brasil está desperdiçando
O Brasil opera a matriz elétrica mais renovável entre as grandes economias do mundo, 88,2% de fonte limpa, e ainda perde parte dessa energia porque a rede de transmissão não dá conta de escoar tudo que sol e vento geram. Este artigo conecta esses dois fatos e mostra onde a inteligência artificial no setor de energia já reduz custo de verdade: na manutenção preditiva com caso medido, no case nacional da Cemig com o EnergyGPT, e onde falta a regra de quem responde quando o sistema erra, o vácuo regulatório que ANEEL e ONS ainda não fecharam.
Inteligência artificial na saúde: quem responde quando ela erra
O Código de Defesa do Consumidor já responde, no artigo 14, quem paga a conta quando um hospital adota inteligência artificial e ela erra: o hospital, pela estrutura que oferece, antes mesmo de discutir a culpa do médico. Este artigo mostra o que a Resolução CFM 2.454/2026 exige na prática, quatro casos reais de IA já operando em hospitais brasileiros e o que aplicar antes de aprovar mais uma ferramenta.
