As soluções de Inteligência Artificial que já estão disponíveis no mercado

Em 11 de maio de 1997 o computador Deep Blue da IBM venceu o o campeão do mundo de xadrez, Garry Kasparov, nascia ali uma promessa de que máquinas poderiam fazer tarefas mais avançadas do que seres humanos.

Em 2011 o Watson, um software da IBM, venceu o programa americano Jeopardy, um jogo de perguntas e respostas que nós aqui no Brasil, graças ao Sílvio Santos, conhecemos como Show do Milhão. Em 2013 a tecnologia do Watson começou a ser oferecida para empresas.

Primeiramente os projetos envolvendo o Watson da IBM eram oferecidos para grandes empresas para criar soluções customizadas. Esse ano estive em Las Vegas no IBM Amplify e vi a apresentação de alguns desses cases já amadurecidos, entre eles destaco:

  • Encontre a jaqueta perfeita usando o Watson Personal Shopper – Essa solução feita para a The North Face te ajuda a encontrar a jaqueta ideal para aquela viagem onde você não faz muita ideia do tipo de clima que vai encontrar.
  • GWYN – Gifts When You Need – Esse simpático programa te ajuda na difícil tarefa de presentear alguém quando você não é do tipo que presenteia outras pessoas, criado para a Harry & David, empresa do mesmo grupo da 1-800-Flowers.

Em ambas as soluções você conversa usando linguagem natural, no caso específico das soluções acima você precisa falar em inglês.

Mas o Watson não é exclusivo para grandes empresas, já existem soluções prontas para empresas de médio porte, é o caso da família Watson Customer Engagement. Continuar lendo “As soluções de Inteligência Artificial que já estão disponíveis no mercado”

Smart City – Como as Cidades Inteligentes vão mudar nosso futuro

Essa semana a convite da Huawei Brasil estou acompanhando a Futurecom, maior evento de TIC (Tecnologias da Informação e Comunicação) da América Latina.

No primeiro dia (17/10) pude assistir um debate sobre como os pequenos provedores de internet estão mudando a vida das pequenas cidades, são cerca de 2.200 provedores que atendem 4,5 milhões de brasileiros.

Outra palestra interessante falava do desafio da infraestrutura de rede para atender com qualidade nos próximos anos (até 2020) as demandas de vídeo das pessoas físicas, as demandas de Cloud Computing das empresas e os novos dispositivos que se conectarão a rede conforme o mercado de IoT (Internet das Coisas) cresce.

Aliás IoT é um dos tópicos mais presentes do evento, veja uma das frases marcantes no último debate que assisti ontem:

Após o evento vou escrever outro post resumindo o que vi sobre IoT, incluindo a última palestra do primeiro dia apresentada por Kleber Faccipieri (Strategic & Marketing Senior Manager da Huawei) que trouxe números, aplicações e infraestrutura do setor.

Mas o que me motivou a escrever esse post foi a apresentação de Edwin Diender (VP de Governo de Utilidade Pública da Huawei e Especialista Global de Smart City), após a apresentação pudemos bater um papo e até fiz uma Live com ele no Facebook.

Já havia visto cases de Smart City destacando o uso de Internet das Coisas. Em 2015 no SXSW um palestrante mostrou um exemplo em que ele estava trabalhando: Continuar lendo “Smart City – Como as Cidades Inteligentes vão mudar nosso futuro”

O que é Growth Hacking e porque todo profissional de marketing precisa se acostumar com essa nova buzzword

Aqui no Brasil estamos acostumados a ouvir a palavra hacker como sinônimo de invasão de computadores, porém hackear alguma coisa significa modificá-la para atender os seus propósitos, nessa categoria entram aqueles que hackeiam sistemas de computadores para acessar ou modificar informações, mas também entram aqueles que hackeiam equipamentos diversos ou até o comportamento humano.

É possível hackear qualquer coisa, inclusive os principais sites estrangeiros com  dicas de como melhorar sua performance em diferentes aspectos da vida chamam essas dicas de Life Hacks.

Growth significa crescimento, no mundo das startups e empresas de tecnologia Growth Hacking é o termo que se criou para nomear sistemas criados para melhorar a performance de crescimento da base de clientes de uma empresa.

Apesar desses hacks na maioria das vezes usarem bastante tecnologia eles manipulam principalmente o comportamento e hábitos dos usuários.

O termo surgiu em 2010, cunhado pelo empreendedor Sean Ellis, mas um dos mais antigos cases de Growth Hacking conhecidos é o Hotmail.

Em 1996 depois do Hotmail ter uma frustada experiência com anúncios em outdoors e revistas, Tim Draper, um dos investidores, sugeriu adicionar no rodapé dos e-mails a seguinte mensagem: “P.S. Get your free email at Hotmail”, 18 meses depois eles tinham 12 milhões de usuários numa época que a internet toda tinha 30 milhões de usuários.

Outras grandes empresas da atualidade como Facebook, Dropbox, Uber e Airbnb possuem profissionais e às vezes times inteiros dedicados ao crescimento, o Growth Hacker é um profissional híbrido de tecnologia e marketing. É preciso entender a mente das pessoas e alterar o código dos sistemas para fazer com que o usuário seja parte integrante da sua estratégia de captura de novos clientes.

Muitas das técnicas que trouxeram milhões de visitas para o meu blog no começo dos anos 2000 e me permitiram viver exclusivamente do site em 2005 são hoje conhecidas como técnicas de Growth Hacking. Na boo-box, onde fui conselheiro e VP de Publishers, utilizamos diversas técnicas de Growth Hacking para ajudar a empresa a criar uma base de mais de 400 mil sites para vender anúncios.

Apesar de novas buzzwords sempre serem vistas com certo preconceito pela fatia mais experiente do mercado é bom ressaltar que as técnicas de Growth Hacking são particulares o suficiente para merecer um termo à parte e gostando ou não do termo é praticamente impossível montar uma startup de sucesso sem usar, mesmo que instintivamente, a tecnologia combinada a comunicação para gerar crescimento acelerado.

Por outro lado Growth Hacking não são  uma dúzia de segredos que você vai aprender em artigos ou eventos, é preciso estudar seu público alvo profundamente, dominar diversas técnicas de marketing e saber como combiná-las com tecnologia. Muitas vezes é preciso redesenhar seu produto, serviço ou a empresa toda para torná-la aderente as estratégias de crescimento.

Para saber mais:

Higienização da Lista de e-mails: Removendo Inativos

Já faz alguns anos que é consenso entre os especialistas de e-mail marketing de que uma higienização periódica da sua base de e-mails é mais do que necessária.

A higienização é a remoção de e-mails que prejudicam sua base, entre eles encontram-se os Hard Bounces (e-mails inválidos), Soft Bounces (caixa postal cheia ou outro motivo para não entregar), SPAM (o destinatário te marcou como SPAM) e Descadastramento (solicitaram remoção da sua lista).

Porém existe outro tipo de e-mail que também prejudica a abertura dos seus envios: os Usuários Inativos. Continuar lendo “Higienização da Lista de e-mails: Removendo Inativos”

Sim, você é obrigado a conhecer Star Wars

Ninguém é obrigado a gostar de Star Wars, mas se você trabalha com comunicação você é obrigado a conhecer esse universo.

Todo mundo tem direito de não gostar do que bem entende, mas é importante ressaltar que a cultura de Star Wars está impregnada na nossa sociedade.

Pessoas usam termos como: jedi, força e sabre de luz em conversas corriqueiras. Citações como “numa galáxia muito distante“, “Do. Or do not. There is no try.” fazem parte do cotidiano de muita gente. Continuar lendo “Sim, você é obrigado a conhecer Star Wars”