Um aluno me perguntou se estava surgindo alguma metodologia nova para mapear processos e decidir onde encaixar a IA. Respondi que ela tem décadas: é a velha Organização e Métodos, com duas perguntas a mais em cada tarefa. Quem executa, a IA ou a pessoa? E, se for a máquina, vira prompt, skill, automação ou aplicativo? O passo a passo vai do levantamento à medição do ganho, com roteiro de entrevista, quadro de levantamento e prompt prontos para copiar.
Vibe coding para não programadores: o que dá para fazer sozinho
Vibe coding deixou qualquer pessoa capaz de pedir, em linguagem comum, um site, um dashboard ou um app funcional para uma IA generativa, sem escrever código. Este artigo mostra o que já dá para fazer sozinho, onde a fronteira com o trabalho de um programador continua firme (segurança e escala), por que nem tudo precisa virar aplicativo lançado (muita coisa resolve como skill), quais ferramentas testar hoje e qual modelo escolher em cada uma, com exercícios prontos para começar amanhã.
Ferramentas de IA além do ChatGPT, Gemini e Claude: o mapa por tarefa, do gratuito ao pago
Um deck que sai sem design, uma reunião que ninguém resume, uma planilha que trava a conversa. Para cada tarefa que o ChatGPT, o Gemini ou o Claude fazem pela metade, existe uma ferramenta especializada. O mapa reúne doze categorias, diz o que é gratuito, o que tem plano gratuito e o que é só pago, e traz o teste para saber se um agregador de IA vale a assinatura.
