O Brasil opera a matriz elétrica mais renovável entre as grandes economias do mundo, 88,2% de fonte limpa, e ainda perde parte dessa energia porque a rede de transmissão não dá conta de escoar tudo que sol e vento geram. Este artigo conecta esses dois fatos e mostra onde a inteligência artificial no setor de energia já reduz custo de verdade: na manutenção preditiva com caso medido, no case nacional da Cemig com o EnergyGPT, e onde falta a regra de quem responde quando o sistema erra, o vácuo regulatório que ANEEL e ONS ainda não fecharam.
Inteligência artificial na saúde: quem responde quando ela erra
O Código de Defesa do Consumidor já responde, no artigo 14, quem paga a conta quando um hospital adota inteligência artificial e ela erra: o hospital, pela estrutura que oferece, antes mesmo de discutir a culpa do médico. Este artigo mostra o que a Resolução CFM 2.454/2026 exige na prática, quatro casos reais de IA já operando em hospitais brasileiros e o que aplicar antes de aprovar mais uma ferramenta.
Inteligência artificial na logística: o framework de decisão que falta antes de aprovar o próximo projeto
A maioria dos projetos de IA na logística entrega um número bonito na apresentação e nenhuma mudança real na operação porque falta critério, não tecnologia. Este artigo traz o framework de três perguntas para aprovar um projeto de IA, o mapa das quatro camadas onde a IA já atua na cadeia de suprimentos, um exemplo real de prompt para dado operacional, e por que boa parte do que o mercado chama de "IA agêntica" em logística ainda é automação reativa com nome novo. Inclui as perguntas de governança que o conselho precisa fazer antes de aprovar orçamento.
