Imagine aprovar o contrato de IA depois de seis semanas de piloto e descobrir, no terceiro mês, que a previsão de demanda só acerta quando alguém corrige o cadastro à mão: o mesmo parafuso aparece com quatro códigos. Trocar de modelo não resolveria, porque o próximo partiria do mesmo cadastro. Seis perguntas medem a sua base antes da assinatura, um teste de uma semana mostra onde ela falha, e o contrato precisa dizer quem pode treinar com o seu dado.
Cultura data driven: o que muda quando a liderança decide com dado
Por que empresas com dashboard sofisticado continuam decidindo no feeling: o efeito HiPPO, o viés de confirmação e a disputa política por dado explicam o padrão. Veja as três perguntas que toda decisão data driven precisa responder, e o que a IA generativa piora quando o dado de origem é ruim.
