Inteligência artificial no rh: a lista de candidatos já ordenada na tela e a decisão ainda sobre a mesa de quem recruta

Inteligência artificial no RH: o que ela já faz em cada função e o que conferir antes de decidir sobre uma pessoa

Só 39% das organizações usam IA no RH, contra 62% que já usam IA em alguma área do negócio, segundo a SHRM. Enquanto isso, o recrutador tria currículos num chat, o gestor recebe feedback rascunhado pela máquina e o departamento pessoal responde a mesma dúvida pela décima vez. Função por função: o que a IA já faz no RH, os três níveis de autonomia, por que a triagem em volume pede outra ferramenta e o que a LGPD exige quando ela decide sobre alguém.

Tubo de aço rompido derrama fragmentos de dados antes de um painel verde de decisão, metáfora de qualidade de dados

Qualidade de dados: o que quebra a decisão antes de a IA chegar

Imagine aprovar o contrato de IA depois de seis semanas de piloto e descobrir, no terceiro mês, que a previsão de demanda só acerta quando alguém corrige o cadastro à mão: o mesmo parafuso aparece com quatro códigos. Trocar de modelo não resolveria, porque o próximo partiria do mesmo cadastro. Seis perguntas medem a sua base antes da assinatura, um teste de uma semana mostra onde ela falha, e o contrato precisa dizer quem pode treinar com o seu dado.