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Palestra · Cultura data driven · DadosPalestra de cultura data driven e decisão baseada em dados
Edney “InterNey” Souza faz palestra, workshop e treinamento in company de cultura data driven, o hábito de decidir com base em dados, para lideranças e equipes. A palestra mostra como a empresa decide com dado sem transformar ninguém em cientista de dados, e como apresentar o número para quem vai decidir com ele.
O tema já passou pela Bayer, pela Daiichi Sankyo, pela Souza Cruz e pela Academia de Líderes da Vivo, e subiu ao palco do RD Summit 2025.
- Professor ESPM, Insper, PUCRS, USP e IBGC
- Gravou o curso Data For Leaders
- Tecnologia desde 1990
- Presencial ou online
O portfólio traz a palestra de cultura data driven, com os formatos e os clientes atendidos. O WhatsApp é atendido por Bruno Gimenez, que cuida da parte comercial.
Por que o tema chegou à empresa
Dois painéis com números diferentes, e a decisão fica com o maior cargo da sala
A reunião de resultados abre com dois painéis. O comercial mostra um número de clientes ativos, o financeiro mostra outro, e a meia hora seguinte vai para descobrir qual está certo. No fim, a decisão sai pela opinião de quem tem o maior cargo na sala, e o dado só confirma o que já estava decidido.
Numa pesquisa do Gartner com 223 líderes de dados e análise, feita em março de 2026, 60% apontaram a resistência das pessoas como o que mais derruba os programas de governança de dados, que organizam e cuidam do dado da empresa; a falta de orçamento ficou com 40%. Traduzindo: o obstáculo mais citado está no hábito das pessoas de decidir com o dado, à frente do dinheiro.
Cultura data driven é esse hábito. O dado informa, e uma pessoa com nome decide e responde pela decisão. Com a IA, a conta piora para quem não tem o hábito, porque a ferramenta lê o dado ruim e devolve uma resposta convincente em segundos.
A palestra
Cultura data driven e data storytelling para líderes
Uma hora em três partes, com reflexões que a plateia faz na hora e casos de empresas brasileiras. Cada pessoa sai com um teste para aplicar ao próximo painel que aparecer numa reunião: perguntar qual foi a última decisão tomada com base naquele painel.
1. Decidir com dado
- Os erros de quem espera o dado perfeito ou terceiriza a análise
- Os cinco níveis de uso de dados numa área, para cada pessoa pensar em qual deles a própria área está
- Quando a opinião mais sênior chega antes do gráfico, e por que quem lidera fala por último
2. Confiar no dado
- Três perguntas para qualquer número: quem coletou, quem interpretou e quem decide com base nele
- O que fazer quando duas áreas chegam a números diferentes para o mesmo indicador: uma definição escrita, com o nome de quem responde por ela
- O que a IA faz com o dado ruim: devolve o erro com cara de análise pronta
3. Contar a história do dado
- Data storytelling, contar a história por trás do número, em quatro passos: a dor, a investigação, o achado e a proposta
- A mesma análise para o CEO, o CFO e o RH, cada um com a pergunta que leva à reunião
- Um gráfico por etapa do raciocínio, e o gráfico que precisa de explicação vai para o anexo
O que a palestra cobre
Cultura de dados no trabalho de todo dia
Antes da palestra, há uma reunião de preparação, o briefing. Nela, a empresa conta que painéis a liderança usa, onde as áreas discordam dos números e o que quer mudar. A partir do briefing, a palestra mantém as três partes e dá mais tempo a uma destas frentes, com exemplos do setor da empresa.
Cultura data driven e liderança
- A pergunta de negócio que cada painel precisa responder
- O dono de cada indicador, e o que acontece quando ele falta
- A reunião em que o painel só entra em pauta com a pergunta, o dono e a última decisão registrados
Letramento de dados
Saber ler, questionar e explicar um número no trabalho.
- Por que a média engana, e o número que esconde quem está muito acima ou muito abaixo dela
- Medição, indicador e meta, e a diferença entre registrar um número e decidir com ele
- Os papéis de um time de dados e o que pedir a cada um
Data storytelling e apresentação de dados
- Quem apresenta a análise, e por que a apresentação não começa pela planilha
- Como traduzir o termo técnico para quem não é da área
- Ensaiar com a IA: dar a ela o perfil de quem vai assistir e pedir as perguntas difíceis
Dados e IA
- Por que a qualidade do dado decide o piloto de IA antes de ele começar
- Prompts para analisar uma planilha no ChatGPT, no Gemini ou no Claude, sem dado sensível
Para quem
Para lideranças, equipes e conselhos
Convenções e semanas temáticas
Uma palestra para uma plateia mista, com analista e diretor na mesma sala e exemplos que cada área reconhece nos próprios números.
Quem decide e quem apresenta
Para gestores que decidem com o painel da área e para analistas que levam a análise à reunião de decisão.
Dados para conselheiros
Sessão executiva para o conselho avaliar se o dado da empresa merece confiança e saber o que perguntar quando alguém diz “os dados dizem”.
Congressos de dados, marketing e gestão
Uma versão para plateia de várias empresas, com exemplos de situações que qualquer área reconhece, sem depender de dado interno. No RD Summit 2025, a palestra foi “Dos Dados à IA: como sobreviver na era AI-First”.
Quer pôr a mão na massa?
O tema também vira workshop, de 2 a 4 horas, em que a equipe trabalha sobre os próprios indicadores e monta uma apresentação, ou treinamento in company de 4 a 16 horas, feito só para a sua empresa.
Quem sobe ao palco
Quem conduz a palestra de cultura data driven
Trabalho com tecnologia desde 1990, participei da criação de sete startups e gravei as aulas do curso Data For Leaders, da StartSe.
Leciono na ESPM, no Insper, na PUCRS, na USP e no IBGC. No Lifelong Cast da ESPM, conversei com Caio Bianchi sobre os erros mais comuns de quem conta uma história com dados.
Na palestra, a plateia vê os mesmos exemplos que uso nos treinamentos, e eu conto onde cada método funcionou e onde travou nas empresas.
Onde já foi apresentada
Organizações que já receberam palestras e treinamentos de dados
Cultura data driven
A palestra “Criando uma Cultura Data Driven na Bayer”, em 2023, sobre decidir com dado numa empresa em que a IA depende cada vez mais dele.
O papel de cada um no dado
“Cultura Data Driven: o papel de cada um na inteligência dos dados”, em 2026, sobre como o dado registrado no dia a dia volta como decisão melhor.
Gerenciamento com análise de dados
O módulo de dados do programa GTV Upskill, na convenção de 2024, e um workshop de letramento de dados, métricas e storytelling para a área de tecnologia, em 2025.
Liderança data driven
“Data-Driven Leadership: Decisões Baseadas em Dados” e “Equipes e Processos Data-Driven”, na Academia de Líderes, em 2025, e “Gestão Baseada em Dados e IA”, no programa Tech Savvy, em 2026, online.
O poder dos dados
“O poder dos dados: estratégia, cultura e inovação”, no SEBRAE Alagoas, em 2023, e o Momento Inovação sobre cultura de dados, no SEBRAE Minas Gerais, em 2024.
Interligados
Palestra de cultura data driven no Interligados, encontro presencial da Livelo e da Elopar, em 2025, com o dado ligado aos valores da empresa, do foco no cliente à escolha das iniciativas que entram primeiro.
Um minuto de entrevista
A experiência de 20 anos e o cliente que mudou
Um profissional com 20 anos de mercado conheceu o cliente de antes da pandemia e hoje atende o de depois. Parte do que a experiência ensinou envelheceu, e o dado mostra qual parte.
Trecho da minha participação no podcast Dani Talks, conduzido por Daniela Camarinha.
Para aprofundar
Leituras para antes e depois da palestra
Artigos do blog que a empresa pode enviar ao grupo junto com o convite.
O que muda quando a liderança decide com dado
As três perguntas que toda decisão com dado precisa responder, e o teste do painel que ninguém usa.
Números que aprovam projetos
Como transformar uma análise numa história para quem decide, com a IA na preparação.
O que quebra a decisão antes de a IA chegar
O que torna um dado confiável e o teste de uma semana para medir o dado da empresa.
Como preparar uma apresentação corporativa
O briefing, o roteiro e o ensaio que fazem a apresentação terminar com uma decisão.
Dúvidas
Perguntas frequentes sobre a palestra de cultura data driven
Cada pessoa sai sabendo em que nível de uso de dados a própria área está e que três perguntas fazer a qualquer número antes de decidir com ele. Também aprende a apresentar uma análise para quem vai decidir com ela e leva um teste para aplicar ao próximo painel que aparecer numa reunião.
É o hábito de decidir com base em dados: o dado informa, e uma pessoa com nome decide e responde pela decisão. A cultura aparece quando cada painel da empresa já serviu a uma decisão, com o nome de quem decidiu e o registro do que foi decidido.
Ensina. Data storytelling é a última parte da palestra: transformar uma análise numa história com dor, investigação, achado e proposta, ajustar a mesma análise para quem vai decidir e usar um gráfico por etapa do raciocínio. No workshop, a equipe monta a própria apresentação.
Letramento de dados, ou data literacy, é a capacidade de ler, entender, questionar e comunicar dados no trabalho. Na palestra, ele aparece como as perguntas que qualquer pessoa faz a um número antes de usá-lo, sem estatística avançada e sem programação.
Não precisa. A palestra é para as áreas de negócio que usam número para decidir, e os exemplos servem para a planilha ou o relatório que a área já tem. Quando a empresa tem um time de dados, ele costuma estar na plateia, e a conversa aproxima quem produz o dado de quem decide com ele.
Fala. A palestra mostra por que a IA depende de dado bom, o que ela faz com dado ruim e como usar o ChatGPT, o Gemini ou o Claude para analisar uma planilha e ensaiar uma apresentação, sem enviar dado sensível.
A referência é 1 hora, que pode incluir as perguntas. Quanto mais tempo de perguntas, menos tempo de conteúdo. Por isso a duração vai de 40 minutos a 1h30, combinada no briefing conforme a profundidade que o grupo quer e o espaço que deseja para perguntas.
Sim. A palestra é feita presencialmente, em qualquer cidade do Brasil e no exterior, ou online.
Dá. A palestra pode ser repetida em sessões seguidas para cobrir turnos, unidades ou áreas, com os exemplos ajustados a cada grupo, e o número de sessões entra na proposta.
Recebem. O contratante recebe os slides por e-mail, e no fim da palestra Edney passa uma palavra-chave para cada participante pedir a sua cópia pelo Instagram, sem que a empresa precise distribuir depois. Se o contratante fornecer a lista de participantes com e-mail, o material também segue por e-mail.
A palestra tem cerca de uma hora e mostra o método com exemplos e casos. O workshop dura de 2 a 4 horas, e a equipe trabalha sobre os próprios indicadores e monta uma apresentação. O treinamento in company vai de 4 a 16 horas, e a duração define a profundidade, a variedade de temas e a quantidade de prática. Os três partem do mesmo conteúdo.
Pode, e os exemplos ficam mais próximos da plateia quando usam os indicadores da própria empresa, combinados no briefing. Os contratos já trazem uma cláusula de confidencialidade, e Edney assina cláusulas adicionais ou segue o modelo de contrato do contratante.
Chame no WhatsApp ou preencha o formulário de proposta. Nos dois casos, quem responde é Bruno Gimenez, que cuida da parte comercial. Informe a data, a cidade, o número aproximado de pessoas, o perfil do público e o formato desejado: palestra, workshop ou treinamento. Para levar o material à sua aprovação interna, baixe o portfólio.
Contratação
Leve a cultura data driven para a agenda da sua empresa
Com a data, a cidade, o número aproximado de pessoas e o perfil do público, o comercial devolve a proposta e combina o briefing.
Há também palestras de inteligência artificial, inovação e cibersegurança: veja todos os temas.
