A diretoria aprovou a política de uso de IA generativa três meses atrás. Numa turma de trinta pessoas, pergunto quem leu o documento inteiro, e duas mãos sobem. Pergunto quem usa ChatGPT, Gemini ou Claude todo dia no trabalho, e quase todas sobem. A mesma distância entre o que está escrito e o que se pratica trava dados, cibersegurança e inovação, e um treinamento fecha essa distância quando instala um ritual que o time repete.
A cultura da inovação que sobrevive ao aperto
Na última vez que o orçamento apertou, o que aconteceu com o projeto que ainda não tinha retorno comprovado? Nas turmas que dou, a maioria reconhece o mesmo desfecho: ninguém encerrou o projeto, a reunião semanal virou quinzenal, depois mensal, e sumiu sem decisão registrada. Segundo a BCG, 83% das empresas põem inovação entre as três prioridades, e só 3% estão prontas para transformá-la em resultado. Quatro perguntas como essa diagnosticam a cultura real, sem pesquisa de clima.
Vibe coding para não programadores: o que dá para fazer sozinho
Vibe coding deixou qualquer pessoa capaz de pedir, em linguagem comum, um site, um dashboard ou um app funcional para uma IA generativa, sem escrever código. Este artigo mostra o que já dá para fazer sozinho, onde a fronteira com o trabalho de um programador continua firme (segurança e escala), por que nem tudo precisa virar aplicativo lançado (muita coisa resolve como skill), quais ferramentas testar hoje e qual modelo escolher em cada uma, com exercícios prontos para começar amanhã.
