Curta.
Lá tá quase mais legal que aqui.

Foi fazendo e firmando fatos faceiros. Faturou fascinantes focos e faces em fartura. Feliz, fanfarrão e faminto por fidelidade, Frino foi fatidicamente fadado a fazer o que um fantástico ferrabrás faria: o fastígio de fascinar. Fascinar pela feracidade por festas e pelo fervoroso e não fictício férvido formador. Formidável, franco, fundamental. Frino frenético. Fará falta.
Raramente rabugento, raciocinava um radicalismo razoável. Rueiro, relembrava repetidamente os relatos de relacionamentos que revivia. E ria. Não reaparecia ranzinza, mas reafirmando uma recaída. Reconfortava-se ao redescobrir razões para refugar. Mas reforçava-se ao refletir o remansoso remende de uma romântica reparação resolvida.
Ícone indispensável. Imaginar iniciar o interminável sem esse inconfundível indivíduo gera impaciência. Imitações, improvisações e uma impressionante e incansável inaptidão por inatividade. Inovador, insistente e nem tão inocente… Isso insinuava implicância de imortalidade de inspiração. Interminável e, infelizmente, irrecusável ironia.
Nota-se um nada nobre a novidade na noite. Não há ninguém. Não há Nirvana. Não há neurose nervosa que nímia normalmente para nós, nativos da natureza nítida e non-sense daquele negro nada néscio. Nas nuvens, notas nênias e nostálgicas de um nerd nintendista nímio e notável. Nefasto nervo. Negativa norma necessária.
O ocasional obstruiu sua obsessão pelos objetivos. Obrigou-nos, otimistas, ortodoxos e oblatos, a orar. Obtivemos em ombros, orientações e olhares a obrigatória observância pelo óbito. Nada ocupa a ofegante ordem de opor o ocorrido. Contudo, o orientador ousa a ortografar uma ostentação de orgulho por outrora.
Farrista. Reticente. Insistente. Notável. Onipresente.
Valeu, Frino.


Hoje, além de Dia do Zelador, de Nossa Senhora de Lurdes, da Juventude no Camarões e da Pátria no Irã, é o Dia Mundial da Desilusão Amorosa. A escolha de 11 de fevereiro para o honroso título foi determinada graças à uma paixão platônica passada há séculos. Então, senta que lá vem história.
Em 1553 a França era reinada por Henri de Navarre, o primeiro da família dos Bourbons. Henri era casado com Margarida de Valois, jovem saudável que quase – eu disse quase – juntou os trapinhos com o príncipe português João. Esse, por sinal, a vítima.
João de Portugal e família haviam dado como certo seu casamento com Margot. As negociações conduzidas pelo diplomata Jean Nicot estavam muito bem sucedidas, recebendo, inclusive, o aval de ambos os paises. O jovem luso via-se todo serelepe, apaixonado, nas nuvens, quando, sem mais nem menos, a francesa anunciou o casamento com Henri.
“Ela preferiu um rei”, diziam na época. Era público que, com maior instabilidade estabilidade financeira e renome no meio monárquico, Henri era a bola da vez entre as princesas. Quando soube do interesse, sem o mínimo de consideração pelos sentimentos de João, Margot trocou a punheta de bacalhau pelo croissant. E feriu.
O nobre português, atônito, deixou o Velho Mundo. Veio para o Brasil, onde conheceu a caipirinha. Embebedou-se impiedosamente. Registros afirmam que João passou 3 meses na sarjeta, onde repetia, entre gole e outro, um único nome: Margot.
Ele morreu no dia 11 de fevereiro do ano seguinte. Assim, tal como uma singela homenagem ao patrício, a presente data é lembrada todos os anos como Dia Mundial da Desilusão Amorosa.

Bom, na verdade essa história nunca existiu e eu não faço a menor ideia de porque hoje é o Dia Mundial da Desilusão Amorosa. Agora, experimente contar essa história acima numa mesa de bar. Aposto que todo mundo vai acreditar e, pra piorar, surgirá um malandrão comentando: “É verdade, eu já ouvi isso…”
Para você que já teve ou vive uma desilusão amorosa, parabéns. Se você ainda não teve esse prazer, relaxe. Seu dia chegará. E eu aposto que será inesquecível.
Pra fechar: se algum dia fizerem a filmografia do Al Green e não convidarem o Denzel Washington eu peço as contas.
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¹ Blog: O Mente Insana está de volta.
² Publicidade: Ação em escada de metrô.
³ Blog: Baita Trovador.
Fred Fagundes
Há alguns anos li uma entrevista que o Galvão Bueno concedeu à revista Playboy (qualé? Eu tava no consultório dentista). O jornalista relatou um dos seus piores momentos na TV Globo. Foi em 1991, durante o Grande Prêmio do Japão de Fórmula 1. Senna liderava boa parte da corrida quando, a última volta, o brasileiro deixou o parceiro de McLaren, Gerhard Berger, fazer a ultrapassagem e vencer a corrida.
Galvão Bueno, atônito, entrou em completo desespero. A forma que o narrador encontrou para extravasar toda sua indignação pela atitude da McLaren foi berrar no microfone um exclamativo “Eu sabia. Eu sabia! EU SA-BI-A!!!”.
Poucas horas depois, segundo o próprio narrador, ele recebeu um telegrama de José Bonifácio de Oliveira Sobrinho, o Boni, um dos diretores e consultor de programação da TV Globo. A mensagem era a seguinte: “Se você sabia, porque não disse antes”?
E lá se vão 18 anos do fato. Observe, essa postura arrogante e repetitiva dos narradores e comentaristas esportivos não é de hoje. Há muito tempo o brasileiro é obrigado a aturar discípulos de Galvão Bueno, como o péssimo Cléber Machado. Ultimamente, o negócio piorou ainda mais com o surgimento de Neto’s, Godoy’s e Muller’s da vida.
É claro que tem gente boa aí no meio, como Paulo Vinicius Coelho e Mauro Cezar Pereira. Mas a maioria costuma chover no molhado. Comentários desnecessários e, principalmente, previsíveis são frequentes durante os jogos de futebol.
Talvez devido essa constante – e o sucesso dessas malditas listas – achei necessário darmos continuação a série.
Bem amigos da Rede Globo. Acerta o seu daí que eu arredondo o meu daqui.
1. “A falta foi acintosa”.
2. “É um jogo de 180 minutos”.
3. “Essa é a típica substituição que o técnico faz para ganhar tempo”.
4. “Foi um ótimo momento para fazer o gol”. Existe momento ruim para fazer gol?
5. “Ele vai demorar um pouco para pegar ritmo de jogo”.
6. “Sem a aproximação dos meias o centroavante fica muito isolado”.
7. “Com três zagueiros os alas tem maior liberdade para atacarem”.
8. “Esse campo molhado favorece os jogadores que chutam de fora da área”.
9. “Ele é um típico camisa 9. Não tem muita técnica, mas sabe fazer gol”.
10. “Faltou capricho na hora do cruzamento”.
11. “Ele não se adaptou ao futebol Europeu”.
12. “Futebol é momento.”
13. “Não é porque o time está com apenas um atacante que ele fica menos ofensivo”.
14. “A torcida reage da forma como o time se comporta em campo”.
15. “Será que ele ta sentindo o peso da camisa de um time grande?”
16. “A vitória hoje deixa o time em boas condições”.
17. “Aquele gol no início parece ter desestruturado o time”.
18. “Resistir a pressão nos primeiros vinte minutos será essencial”.
19. “Esse sim é um volante moderno, que sabe sair jogando”.
20. “Será que o jogador entende o que o técnico grita na beira do campo?”.
21. “Hoje em dia não tem mais bobo no futebol”.
22. “O resultado não é justo, mas o time que melhor aproveitou as chances venceu”.
23. “Não me agrada o ataque com dois centroavantes fixos”.
24. “Há muito tempo o futebol brasileiro carece de um lateral direito de qualidade.”
25. “Esse é o tipo de cartão desnecessário”.
26. “Ele vai levar a bola até a bandeirinha de escanteio para ganhar tempo, que ver”.
27. “O time precisa de estabilidade. E isso passa diretamente pelo meio de campo”.
28. “Se eu fosse ele nem esperaria o final do primeiro tempo para mudar o time”.
29. “Sinto falta de maior comunicação entre os homens de frente”.
30. “A arbitragem brasileira não deixa o jogo correr como a européia”.
31. “Tem que ir pra frente e ao mesmo tempo tomar muito cuidado com o contra-ataque”.
32. “Essa jogada reflete bem o momento vivido pela equipe”.
33. “A linha de impedimento precisa ser muito bem treinada para funcionar”.
34. “É um jogador que viria para somar com o grupo”.
35. “Um bom time começa por um grande goleiro.”
36. “Jogar com duas linhas de quatro fortalece a marcação”.
37. “Quando ele não enfeita e tenta fazer tudo sozinho cria as melhores chances”.
38. “Nem sempre ele vai jogar bem”.
39. “As vezes enfrentar um time desconhecido é pior que encarar um grande”.
40. “É diferente jogar na altitude”.
41. “A escola do futebol gaúcho é bem distinta da carioca”.
42. “O baiano é um povo apaixonado por futebol”.
43. “Se fosse na Europa, com certeza esse torcedor tomaria uma punição severa e ficaria um bom tempo longe dos estádios”.
44. “A bola só sai quando está totalmente fora do campo”.
45. “Alguns jogadores se identificam muito com o clube que defendem”.
46. “Jogar toda quarta-feira e domingo prejudica o desempenho dos atletas”.
47. “Essa é uma jogada muito treinada durante os coletivos na semana”.
48. “Pelo que eu conheço do [nome do treinador] ele não ta nem um pouco satisfeito com o time”.
49. “Tem time que se supera quando perde um jogador por expulsão”.
Por último, mas não menos freqüente:
50. “Eu sabia”.

Nós também, Galvão. Nós também…
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¹ Dica: para quem gosta de camisetas dos Beatles.
² 50 coisas: Chapolin, Chaves e Video Game.
³ Blog: Pontapé.
Fred Fagundes
Em 1º de julho último, após perspicaz sugestão do leitor Piero Barcellos, fiz um post totalmente dedicado a uma das maiores apresentações já vista no mundo da música. O ano: 1973. O show: Aloha From Hawaii. A lenda: Elvis Presley.
O show foi visto por nada menos que 1 bilhão de pessoas ao redor do mundo, batendo o recorde anterior que era justamente a chegada do homem à Lua.
Mas, como questionado há quase 7 meses, quem é um astronauta perto do Rei?
O conjunto fascínio e idolatria sobre um ídolo, em determinados casos e situações, aparenta não ter limites. E, dentro desse mote, o cineasta gaúcho Edson Pereira pretende realizar um documentário sobre a paixão de um fã. Para isso, ele precisa do apoio cultural da RBS, afiliada da Rede Globo no Rio Grande do Sul e Santa Catarina.
Observe o e-mail dele (clique na imagem para ampliar):
O trailler, que, segundo o autor do e-mail, precisa chegar a 25mil acessos e chamar a atenção da RBS, é do filme Vivo Elvis. Esse documentário mostra Fabiano Feltrin, um fã assumido de Elvis Presley que mudou seu comportamento, estilo de vida e aparência física por paixão ao ídolo.
A produção conta a trajetória do personagem, o início da sua paixão pelo ídolo, inspirações, museu de objetos, experiências como intérprete, a resposta do público nos shows, nas ruas, a influência de uma nova geração e a reação da comunidade e da região.
Segundo os autores do filme, contextualizar o trabalho artístico e cultural de Fabiano Feltrin, visando mostrar o talento e o que a paixão por um ídolo pode fazer na vida de um fã e os efeitos que causa na comunidade de Farroupilha(RS), é o que pretende este produto audiovisual.
Notória a qualidade da direção e montagem do trailler. Gosto desse formato de documentário construído com base em depoimentos e fatos. Parece, além de um bom filme, uma justa homenagem aos fãs do Rei.
Valeu a tentativa de spam/divulgação do diretor – pelo menos com o QMaT. Da mesma forma, vale o clique.
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¹ Dica: ótimo post do Vôo 3800.
² Game: indicados ao AIAS.
³ Twitter: 13 regras de Twittqueta.
Fred Fagundes
Nem só de indiretas os Beatles viviam. Quando era para atacar o ex-companheiro de grupo com um pouco mais de classe o negócio era… cantar! Foi essa a forma que, em 1970, Paul McCartney encontrou para criticar a postura do então manipulado e iludido John Lennon. Paul então escreveria Too Many People, faixa do álbum Ram.
A canção tem mensagens não tão subliminares, do tipo “pra bom entendedor coca é coca-cola”. O trecho: “That was your first mistake / You took your lucky break and broke it in two. / Now what can be done for you? / You broke it in two” é bem didático, dando a entender que Paul não havia engolido a separação do grupo.
Essa concepção fica ainda mais clara na última estrofe. Paul visivelmente critica a fraqueza de Lennon e sua omissão durante alguns atos e compromissos – principalmente os que relacionavam a influência de Yoko Ono: “That was your last mistake / I find my love awake and waiting to be / Now what can be done for you?”
Qualquer remota esperança que os fãs tinham de uma possível reunião do grupo foi por água abaixo quando John Lennon escreveu a resposta. Se você acha que Too Many People foi ofensiva e bastante constrangedora, prepare-se para entender um pouco mais de How Do You Sleep, faixa 8 do álbum Imagine.

Lennon, para tocar a guitarra nessa canção, convocou um dos poucos amigos que ainda tinha: George Harrison. A letra, composta paralelamente com Gimme Some Truth, faz ataques de todas as formas que você pode imaginar. Alguns até passavam despercebidos.
Não mais.
So sgt. pepper took you by surprise
You better see right through that mothers eyes
Então Sgt. Peppers te pegou de surpresa
Melhor enxergar através dos olhos daquele filho da mãe
O espetacular Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band, lançado em 1967 em plena decadência da “Beatlemania”, é recheado de lendas. E uma delas é que Paul não depositou muita confiança no lançamento de um disco não comercial, já que Sgt. Pepper pouco tocaria nas rádios.
De acordo com George Martin, lendário produtor musical, Lennon comprou a briga e defendeu que o disco devia ser lançado daquela forma, com riffs de guitarra elétrica e formato Hard Rock. O resultado: 4 prêmio Grammy – inclusive o de melhor álbum do ano – e 11 milhões de cópias vendidas só nos Estados Unidos.
Those freaks was right when they said you was dead
The one mistake you made was in your head
Aqueles malucos estavam certos
Quando disseram que estavas morto
O único engano que cometeste foi dentro de sua cabeça
Ainda hoje existem pessoas que acreditam que Paul McCartney está morto desde 1966. Inclusive, seria esse um dos motivos para que os Beatles parassem de excursionar. O motivo da morte, segundo amantes das teorias de conspiração, foi um acidente de motocicleta – que realmente aconteceu.
Existem dezenas de livros que tratam desse assunto. Há quem diga, também, que todas as capas dos álbuns dos Beatles, depois da “morte” de Paul, exibem referências ao acidente.
(…)
You live with straights who tell you you was king
Jump when your momma tell you anything
The only thing you done was yesterday
And since youre gone youre just another day
Você vive com certinhos que dizem que você é rei
Pule quando sua mulher te disser qualquer coisa
A única coisa que fizeste foi Yesterday
E desde então você não passa de Another Day
O fato é que Paul sempre foi o bom moço do quarteto. Já Lennon, constantemente envolvido em confusões e polemicas, não conseguia manter uma imagem limpa. Assim, o caminho ficou aberto para o baixista que raramente falava demais ou tretava com outros músicos e jornalistas.
Já Yesterday, a maior música pop do século passado segundo eleição da MTV americana, foi considerada por Lennon a única coisa interessante que Macco fez. E, depois disso, ele não passa de Another Day, single do álbum Ram.
(…)
A pretty face may last a year or two
But pretty soon theyll see what you can do
The sound you make is muzak to my ears
You must have learned something in all those years
Um rosto bonito pode durar um ano ou dois
Mas não demora e verão o que você pode fazer
O som que faz é muzak para os meus ouvidos
Você deveria ter aprendido algo todos esses anos
Desde o início, nos tempos de Cavern Club, talvez até mesmo pelo estilo bom moço citado anteriormente, Paul sempre foi o galã do quarteto. Em algumas gravações, como no DVD The Beatles: The First U.S. Visit, é possível observarmos Lennon um tanto quanto constrangido com o assedio maior em Paul por parte das garotas.
Já o trecho “o som que faz é muzak para os meus ouvidos” tem uma explicação bastante simples. Muzak é o termo que se refere às músicas tocadas nos elevadores.
Um tapa de luvas. De boxe.
Independente da letra de How Do You Sleep, podemos acompanhar o talento de Lennon para expressar suas opinião e sentimento referente a qualquer assunto. E o melhor: com uma melodia altamente agradável e fiel ao seu passado.
Gênios. Jamais encrenque com um.
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¹ Vídeo: você consegue imaginar a cara de McCartney ouvindo essa música? Esse cara sim.
² Montagem: Barack To The Future, by Impressão Digital.
³ Imortal: já te associou?
Fred Fagundes
Otis Redding é o modelo clássico de cantor que obteve sucesso póstumo. Negro, religioso, gênio do soul e dono de uma das vozes mais agradáveis da história, Otis é, acima de tudo, um mestre na arte de saber cantar e emocionar, duas capacidades extremamente distintas.
Entre suas dezenas de sucessos, como The Arms of Mine, Respect e Try a Little Tendernesse, uma música sempre se destacou – pelo menos para mim- como a verdadeira obra prima de Otis: The Dock Of The Bay.
Gravada em 1968 para o álbum que leva o mesmo nome, The Dock Of The Bay foi escrita em pelo músico 1967, pouco antes de sua morte. Caprichos da historia nos contam que ela foi composta num barco, em Sausalito, Califórnia. Sua primeira execução em público foi no Monterey Pop Festival, em junho daquele ano.
A gravação original que entrou no disco foi feita em 22 de novembro, 18 dias antes do acidente de avião que levaria Otis a morte. Ele tinha apenas 26 anos.
Sittin’ in the mornin’ sun
I’ll be sittin’ when the evenin’ come
Watching the ships roll in
And then I watch ‘em roll away again, yeah
I’m sittin’ on the dock of the bay
Watching the tide roll away
Ooo, I’m just sittin’ on the dock of the bay
Wastin’ time
I left my home in Georgia
Headed for the ‘Frisco bay
‘Cause I’ve had nothing to live for
And look like nothin’s gonna come my way
So I’m just gonna sit on the dock of the bay
Watching the tide roll away
Ooo, I’m sittin’ on the dock of the bay
Wastin’ time
Look like nothing’s gonna change
Everything still remains the same
I can’t do what ten people tell me to do
So I guess I’ll remain the same, yes
Sittin’ here resting my bones
And this loneliness won’t leave me alone
It’s two thousand miles I roamed
Just to make this dock my home
Now, I’m just gonna sit at the dock of the bay
Watching the tide roll away
Oooo-wee, sittin’ on the dock of the bay
Wastin’ time
Durante entrevista em 1990, o guitarrista e produtor do último álbum de Otis Redding, Steve Cropper, falou sobre os últimos anos do cantor. “Ele chegou a me mostrar 10, 15 diferentes tipos de introdução e título para a música. (…) A canção é exatamente sobre sua vida, observe o verso ‘I left my home in Georgia, headed for the Frisco Bay’. Ele parecia saber que partiria. Era essa, sim, sua última mensagem.”
The Dock Of The Bay conquistou o Grammy de Best Rhythm & Blues em 1968.
Tirem suas próprias conclusões.
Voltamos para aquela velha e batida discussão. O que faz de uma música perfeita? A voz? A melodia? A composição? Otis Redding era tudo isso. Ela era o balanço perfeito e incomparável da grande voz com a paixão.
Não adianta ser o vencedor do American Idol se você não é capaz de emocionar. John Lennon, Roberto Carlos, vozes horríveis. Porém, cheias de sentimentalismo e melancolia, ingrediente indispensáveis para qualquer música. Principalmente para aquelas que marcam nossas vidas.
Poucos foram perfeitos nesse sentido. Eles merecem ser lembrados.
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¹ Fantástica versão do Pearl Jam de The Dock Of The Bay.
² Site oficial do Sr. Redding.
³ Atenção, pessoal. Hoje é o último dia para você votar no Best Blogs Brasil. O Quem Matou a Tangerina??? está concorrendo na categoria Cinema, música e TV.
Se você acha que merecemos esse título, por favor, faça as honras da casa.
Fred Fagundes
Parece que o post sobre 50 coisas que aprendi jogando videogame repercutiu bem. A nerd lista virou pauta em dezenas de blogs, capa de portal, e-mail corrente e até perfil de Orkut. Talvez por isso, tal como um efeito de viralização, recebi o seguinte pedido do leitor Rafael Irajá de Mattos, de Vitória (ES):
“Será que não rola uma lista de 50 coisas que aprendemos assistindo Chaves?”.
Mas é claro que rola, caro Rafael. El Chavo merece todas as listas e homenagens possíveis. Como de praxe, antes de divulgar a lista vou dar aquela enrolada básica contando um causo inútil sobre a minha infância e alguma informação desnecessária sobre o seriado. É costume.

Se hoje a maior dor de cabeça da TV Globo – além da Internet – são as novelas da Rede Record, há alguns anos foi a edição diária de Chaves e Chapolim. Em novembro de 1999, quando contratou Ana Maria Braga, a Globo planejou garantir a liderança nas tardes dos dias de semana. Em vão.
Durante seis meses, tempo em que esteve no ar apresentando o Mais Você no horário das 13h45, Ana Maria foi derrotada sucessivamente por episódios reprisados de Chaves. O vexame foi tanto que a TV Globo decidiu transferir a loura e o papagaio para a manhã, bem longe do seriado mexicano.
Cito esse fato para comprovar a força que Chaves possui no Brasil. Mesmo sendo repetido há 30 anos, o programa garante com números sua permanência na grande de programação do SBT – mesmo que, ultimamente, com horários péssimos e alternativos.
Baseado em teorias da comunicação e comportamento do ser humano, doutores e estudiosos da mente humana perdem-se na hora de apresentar uma explicação clara e plausível sobre o fenômeno Chaves. Por que as pessoas continuam assistindo esse treco, mesmo sabendo as piadas de cor e salteado?
Pelo mesmo motivo que você gostou da lista das 50 coisa que aprendi jogando videogame. Ou das melhores propagandas, séries e brinquedos dos anos 90. Observem esse dado: no mínimo três gerações cresceram assistindo Chaves. Sendo assim, foi o primeiro programa a emocionar muita gente. Inclusive eu.
Inclusive, eu confesso: chorei assistindo o final daquele episodio de Acapulco.
A primeira emoção indireta. É isso que torna, para mim, Chaves inesquecível. Rever os episódios e lembrar-se das tardes pós- escola, em casa, assistindo o programa. Discutir com amigos os melhores bordões, personagens e comentários. Uma série de fatores que não deixam, jamais, Chaves cair no esquecimento ou desgosto.
Trata-se do melhor programa infatil de todos os tempos. E merece, bem como pediu o leitor Rafael irajá, a lista de 50 coisas que aprendemos o assistindo.
1. Seria muito melhor ter ido assistir o filme do Pelé.
2. As crianças mexicanas tem rugas.
3. JAMAIS enconstar em alguém que esteja tomando um choque.
4. Seu Madruga paga o aluguel todos os meses. Por isso sempre deve 14 meses, não 15, 16, 17…
5. Brasilia já foi carrão.
6. Não basta ser o maior professor do mundo. Tem que ter um pouco de pepsicologia.
7. Pessoas bebem leite de burra.
8. Existe uma fruta chamada tamarindo.
9. O Quico é emo.
10. Devemos deixar os outros fazerem nosso trabalho para evitarmos a fadiga.
11. A vingança nunca é plena, mata a alma e envenena.
12. As tintas verde-limão são as mais baratas no México.
13. Trabalho não é a pior coisa do mundo. Pior é ter que trabalhar.
14. Uma epístola é uma carabina, só que menor.
15. Azul escuro em inglês é blue marinho.
16. Equilibrar cabo de vassoura com o pé é maneiro.
17. Deixar uma casca e banana no chão pode causar um grande acidente.
18. O segundo episodio do Guilherme Tell é o mais caro do mundo. Por isso o Silvio Santos não comprou.
19. Alguns móveis são feitos de isopor.
20. Portas também.
21. Se me acordarem às 11h, tragam o café na cama.
22. Socos têm barulhos de sinos.
23. Sempre tem um filho da puta que rouba as moedas nas fontes dos desejos.
24. Leite é muito parecido com gesso.
25. “Quero ver outra vez seus olhos olhinhos em noite serena” é a talvez a única música mexicana que metade da população brasileira conheça.
26. Um cabo de vassoura com um lençol amarrado na ponta equivale a uma mala.
27. O pai do Quico na verdade está vivo, ele simplesmente fugiu de casa.
28. Alguns alunos são tão tímidos que nem os professores percebem sua presença em sala de aula.
29. Uma caveira significa prerigo. PRE-RI-GO.
30. Ninguém tranca as portas nas vilas mexicanas.
31. As marcas de catapora feitas com caneta hidrocor ficariam muito estranhas na TV Digital.
32. Qualquer Mcdonalds da América do Sul lucraria caso vendesse o Mc Sanduíche de Presunto.
33. Hector Bonilha é o Antonio Fagundes acima da linha do Equador.
34. As pessoas boas devem amar seus inimigos.
35. Deus é um cara legal por não deixar as vacas voarem.
36. Os carrinhos feitos com caixas de sapatos são os mais maneiros.
37. Não é indicado deixar uma máquina de lavar no meio da sala.
38. Nunca acredite em boatos de que seus ídolos morreram num acidente de avião.
39. Bolinhas de tênis de mesa são parecidíssimas com ovos.
40. Pirulitos podem ter o tamanho de raquetes de tênis.
41. O trabalho infantil é legalizado no México.
42. Os roteiristas da série não sabiam o que era a aritmética.
43. O estilingue pode ser uma arma mortal.
44. Tem vez que Acapulco é no Guarujá.
45. Se você é jovem ainda um dia velho será.
46. Pouco me importa se você quer. Compre.
47. Algumas pessoas são idiotas a nível executivo.
48. As dívidas são sagradas.
49. Se você quiser vir a ser alguma coisa, que devore os livros.
50. Se capivaras tivessem trombas seriam trapezistas em um circo tchecoslovaco.
Desculpe-me a geração Pokemon, mas nós tivemos muito mais sorte que vocês.
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¹ Salve, Dom Ramóm Valdez.
² Campanha: Associação Aliança dos Cegos. Muito importante.
³ Saudações: Gabriel Sampaio, estudante de medicina de Teresina (PI). Ele mandou um e-mail bem simpático, contando que apresentou o QMaT para sua colega de plantão. Valeu, rapá!
Ah, um aviso para o Luciano Prestes: seu pedido foi anotado. Em breve teremos um dossiê A História Sem Fim. ![]()
Fred Fagundes
Guerrilha, na linguagem publicitária, classifica-se como:
Tipo de publicidade não convencional no qual o principal estratagema é a extrema mobilidade dos anunciantes. Se por um lado os anunciantes muitas vezes carecem de equipamento e grandes pacotes de mídia adequados, por outro contam com a ajuda de populações que os defendem.
Guerrilha é surpreender. Colocar sua marca onde ninguém colocou de forma inteligente e perspicaz. Saber usar as ferramentas e marcar seu território.
O seeding, a infinita criação de sites de compartilhamento de mídia e a popularização do famigerado viral, termo que de certo modo designa o sucesso da guerrilha, contribuíram para o aperfeiçoamento da tática. Mas até hoje não se tem uma resposta concreta para: quem inventou o marketing de guerrilha?
Teorias existem várias. Cada pseudo-intelectual (leia-se blogueiro metido a besta) tem a sua. Inclusive eu. Ela pode até não ser a mais correta, mas com certeza é a mais romântica.
Em 30 de janeiro de 1969, nos telhados da Apple Studios, os Beatles surgiram sem aviso prévio e fizeram aquela que seria a última apresentação do quarteto em público. E talvez a mais bem sucedida guerrilha de todos os tempos.

A idéia de subir até o rooftop da gravadora e realizar uma apresentação perde-se na história. Em entrevista à revista Rolling Stones em 77, Lennon afirmou que Brian Epstein – lendário empresário do Beatles morto em 1967 vítima de uma overdode de calmantes – costumava ironizar: “o dia que vocês quiserem realmente aparecer, cantem no meio do asfalto e de graça”.
Tal comentário de Epstein teria sido lembrado por Ringo Star na manhã daquele dia, quando os Beatles (mais Yoko Ono) se reuniram no estúdio para definir as canções do álbum Let It Be. O baterista sugeriu que aquela era a oportunidade de ganhar mídia espontânea e gratuita, fazendo uma aparição surpresa em pleno centro de Londes.
Outra tese, e bem mais defendida pelos céticos e chatos críticos musicais, é que tudo estava planejado há semanas pela Apple. Com a intenção de lançar o disco e provar em público que os Beatles estavam em sintonia, a gravadora já havia preparado aquele show e – inclusive – avisado dezenas de veículos de comunicação alguns minutos antes.
Armado ou arranjando de última hora, essa guerrilha acabou virando filme. Intitulado Live, o curta mostra passo a passo desde a chegada dos Beatles à gravadora, passando por entrevistas com incrédulo fãs na calçada até a polícia mandar o grupo parar de tocar tamanho era o tumulto causado.

A apresentação não dispensa comentários. É notório o constrangimento dos Beatles durante as músicas. Aliás, George Harrison já havia demonstrado desgaste comentando meses antes que deixaria o grupo. John Lennon concordou, dizendo que ele poderia ser substituído por Eric Clapton. Mas Paul Mccartney foi efusivo ao afirmar que “não existiria Beatles com outra formação”.
Além disso, havia o fator Yoko Ono. E que fator. Ela participou ativamente das gravações de Let It Be, dando pitacos sobre as músicas. A apurrinhação foi intensa. E as brigas entre o grupo era quase rotina.
Esse último show teve como grande ponto positivo a aparição de Billy Preston, o considerado quinto-beatle. Tecladista, Billy introduziu em Let It Be uma sonoridade mais original e moderna para época, atitude condizente para a banda que introduziu a cítara no Rock e fez desse instrumento uma marca registrada do psicodelismo.
Foi uma despedida do tamanho dos Beatles? Certamente não. Mas o som precário, o clima ruim e as paredes sujas talvez tenham conseguido passar a nós, fãs, o que os quatro estavam sentido há anos. Cansaço, distância e desentrosamento. John, Paul, Ringo e George se viam como quatro estranhos.
Não havia mais diversão no palco. Eram os últimos acordes do maior grupo de todos os tempos.
Os Beatles estavam acabando.
Let It Be foi lançando em 8 de maio de 1970, paralelamente com o filme Live. O filme ganhou o Oscar de melhor trilha sonora original. A canção que leva o nome do álbum chegou ao topo da Billboard em 13 de junho, onde permaneceu quatro semanas.
E nem rolou post pago.
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¹ Galera, é o seguinte. O Quem Matou a Tangerina??? está concorrendo ao prêmio de Melhor Blog do Brasil na categoria Cinema, Música e TV. Se você concorda com isso, vá até o site do Best Blogs Brasil e confirme seu voto. Antes, é preciso fazer um rápido cadastro.
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Fred Fagundes
No final dos anos 90, guinados pelo caso Matheus da Costa – o adolescente que entrou numa sala de cinema do Morumbi Shopping e disparou tiros contra a platéia -, veículos de comunicação como Globo e TV Record iniciaram uma forte campanha contra games violentos. Os alvos eram: Duke Nukem 3D, justamente por ter uma fase que se passa dentro do cinema, e Grand Theft Auto, game popular pela violência explicita.
Cumprindo minha função de fã dos jogos – especialmente do segundo – e de estudante secundarista desocupado e sem muitas preocupações, decidi escrever uma carta de próprio punho para a direção das emissoras. Hoje, agradeço por não ter guardado minha cópia. Se não consigo ler nem o que escrevi há 10 meses, o que dizer de 10 anos?
A essência da carta era baseada em pontos positivos dos games. Citando que os games não incentivam a violência, mas sim à velocidade de raciocínio e coordenação motora, além de serem fontes de entretenimento inesgotáveis, acusei as emissoras de manipularem a opinião pública com aquela atitude. Anos depois percebi que, na verdade, eles devem ter lido – se leram – como um elogio.
De certa forma, mantenho essa posição. Considero games importantes para a formação de uma criança. A chamada cultura inútil que eu tanto prezo passa diretamente por alguns jogos. Um exemplo recente é essa tirinha. Veja, depois leia o restante do post:

Faça um teste. Observe as pessoas que vão entender essa tirinha. Provavelmente, um PhD em Física Quântica vai achar mais graça na tabela periódica. Agora, nós, Nerds que sempre bombamos em Exatas e ficávamos de PF sem o mínimo de vergonha na faculdade, vamos dar risada.
Qual a vantagem? Talvez nenhuma. Mas será que dominar a teoria completa de W. Röntgen e a estrutura daquele tubo maldito desgraçado tão útil na sociedade moderna e no ciclo social quanto ter na ponta da língua IDDQD e IDKFA?
Sempre defendi que o game é arte. Assim, em parceria com o amigo Wallace Souza do Snes-Classics, foi criada a seguinte série: 50 coisas que aprendi jogando video game.
Tirei grandes lições de alguns jogos. Informações que não pretendo esquecer e, de vez em quando, ainda aprimoro com um emulador. Afinal, nunca é demais lembrar das origens.
1. As tartarugas vermelhas são mais inteligentes (e perigosas) que as verdes.
2. Se você estiver dirigindo e ver um raio brilhante ou qualquer objeto estranho de cores chamativas e agradáveis, passe por cima. Se X acelera, A é o turbo.
3. Atirar na cabeça é mais eficaz que em qualquer outra parte do corpo.
4. Allejo foi melhor que Pelé.
5. Nem todas as caixas podem ser empurradas. Muito menos todas as portas podem ser abertas.
6. Só pise no acelerador quando o sinal abrir.
7. Jamais corra fora da pista.
8. Se você não tiver armas ou não souber dar socos, pule na cabeça do desgraçado.
9. Em alguns casos, estrelas são mais importantes que moedas.
10. Não importa qual a distância que você esteja do gol, sempre chute da lateral.
11. Carrinho de lado não é falta.
12. Falta no goleiro leva à expulsão.
13. Golpes especiais, como saltar e dar um soco, fazem você perder vida (desde que você acerte o oponente).
14. Com socos e chutes você quebra carros com mais facilidade do que usando barras de ferro.
15. Não importa o modelo. O carro azul corre mais.
16. Gol olímpico é mais fácil que gol de falta.
17. Nunca é a última fase.
18. Select é tão útil quanto o Scroll Lock ou um bloco amarelo com uma exclamação.
19. Um ataque de zumbis não é nada caso você tenha uma Glock com 10 balas e uma boa mira.
20. Às vezes, uma facada funciona melhor que um tiro.
21. A vida não tem continues infinitos.
22. “Winners don’t use drugs – William S. Sessions – FBI”
23. Não importa qual o seu problema, ele pode ser resolvido com um lança chamas.
24. Ninjas sabem jogar golfe.
25. Você pode construir uma civilização somente com pedras, ouro e madeira.
26. Quando uma pessoa morre ela pisca até desaparecer.
27. Vampiros? Arrumem uma corrente.
28. Meia lua para frente + soco forte = algo interessante.
29. Paredes com rachaduras costumam guardar segredos.
30. Quanto maior o lutador, pior ele é.
31. O reforço sempre chega depois que você mata todo mundo.
32. Nem tudo na vida é Save Game. Portanto, nunca deixe de anotar o password.
33. No final das contas, você se fode para salvar o mundo ou uma mulher.
34. Dirigir pode ser muito mais interessante caso você esteja ouvindo “Highway Star”, “Paranoid” ou “Born to Be Wild”.
35. As melhores épocas de nossas vidas são as fases bônus.
36. PAC MAN nada mais é que correr atrás de balinhas enquanto se ouve uma música repetitiva. Ou seja, uma rave.
37. Você não precisa saber uma única nota musical para ser um astro do rock. Basta ter coordenação motora.
38. Paradas para abastecer o carro ou o avião atrapalham muito.
39. Nem todas as caixas de madeira são quebráveis. Só as mais brilhantes.
40. Barris explosivos são muito bons para matar um grande grupo de pessoas. Basta um tiro certeiro.
41. Nem todos os canos verdes o levam até o esgoto.
42. Não existem castelos sem lava.
43. Quase todos os heróis começam a vida deitados numa cama.
44. Pouco me importa se não adianta nada. Morrermos apertando Start para a introdução passar mais rapidamente.
45. As chaves podem ser do seu tamanho, mas você acha um lugar para guardá-la.
46. Correr no gelo escorrega. Muito.
47. Nem todos os rios estão para nado.
48. Comidas costumam te encher de vida.
49. Seu carro capotou, saiu da pista e explodiu? Ok, aguarde um instante que ele vai voltar piscando.
50. Cogumelos verdes. Não morra antes de provar pelo menos um.
Caso você tenha uma sugestão e queira dar sequencia a essa série, insert coin nos comentários.
Se chegarmos a 100 ganhamos um Continue.
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¹ A tirinha do Street Fighters eu encontrei no Linkey.
² Descobri há pouco que existe uma lista semelhante no Game Radar. Vale dar uma conferida.
³ Adote um vira-lata. Essa ação visa tirar os cães das ruas e, principalmente, dar um lar aos bichinhos. Trata-se de algo sério, grande e que merece toda nossa atenção.
A campanha também pretender mostrar que cães adultos não devem ser rejeitados na hora de levar um vira-lata pra casa. Eles são companheiros e bacanas. Muitas pessoas compram animais. Mas não deveriam. Desculpe a frase feita, mas é verdadeira: ninguém compra um amigo. Compartilhe!
Fred Fagundes