Fade out

Pessoas morrem no corredor do Pronto Socorro Municipal de Cuiabá. A estrutura é escassa. Não há maca, não medico especializado, não há, pasmem, bisturi. O único fator que possibilita uma sobrevida na estrutura é a boa vontade de uma meia dúzia de profissionais. A saúde de Cuiabá respira por aparelhos. E a cidade vive um cenário de puro abandono.

Existem culpados. É facílimo relembrar o horário político de Wilson Santos, onde o então candidato ao governador passava de carro em frente ao PS e dizia ter executado a “maior obra de todos os tempos”. Wilson Santos foi um péssimo político, péssimo administrador e, assim, péssimo prefeito. A culpa é dele, sim. Mas a culpa é maior ainda de quem é vitima desse péssimo Pronto Socorro: possíveis eleitores de WS.

Vamos esquecer o passado. Vamos procurar uma solução. Chico Galindo, atual prefeito. O salvador. Voz mansa. Reuniões e mais reuniões. Troca de possibilidades, informações e visitas ao Pronto Socorro. Foi assim que ele teve a brilhante ideia: vamos passar o comando do PS ao governo do estado. “Problema deles”, deve ter pensado. É uma boa idéia. O Governo pega o Pronto Socorro e nossa secretaria de saúde dá um jeito nisso.

Mas, quem é mesmo o secretario de saúde de Mato Grosso? É Pedro Henry. O homem acusado de fazer parte de um dos maiores casos de corrupção do governo Lula, o Escândalo do Mensalão. O homem acusado de fazer parte da venda superfaturada de ambulâncias em 2006. Observem o paradoxo – pra não dizer absurdo: o secretario da saúde de Mato Grosso é acusado de fazer parte da Máfia dos Sanguessugas.

Ah, ainda tem o José Riva. Excelentíssimo presidente da Assembléia Legislativa. Contudo, o homem que nunca deve ter subido num 605 lotado às 18h30 estava em Portugal com a família conhecendo o VLT, moderno sistema de transportes para a capital. Voltou a Cuiabá com uma grande experiência. Viagem, evidente, bancada com o dinheiro público. Dinheiro que arcou com todas as despesas – até da porção de punhetas.

A grande duvida que paira sobre a população é: porque o dinheiro não é investido no hospital? Pois há dinheiro. Só que destinado para propaganda. Eu não quero ver um VT de 20 a 30 mil reais na televisão mostrando os benefícios do Programa Multiação. Eu não quero campanhas oportunistas de como Cuiabá vai ficar depois da Copa do Mundo. É contra a honra e dignidade do homem não ter um Pronto Socorro para seu atendimento.

Cuiabá está nas últimas. Não vejo movimento, não vejo recuperação, não vejo esperança. Apenas uma luz no fim do túnel. Com pilhas fracas.

Vão desligar o aparelho. Fade out.

O homem que não sabe amar

Os fatores que diferem as reações sentimentais, emocionais e até físicas já foram exemplificados em centenas de livros, filmes e artigos. Psicanalistas explicam que a paixão, quando iniciado, gera uma imagem irreal do parceiro. É algo como o que você sonha com o que ele seja. Com o passar do tempo, e a veracidade explicita e inevitável das personalidades, você vai entendendo que nem tudo são flores. Caso as coisas boas sobressaiam as ruins, o rumo natural é seguido. Se não, um botão eject é acionado e, mesmo que aos poucos, a separação é inevitável.

Essa fase de reconhecimento do território não tem um prazo de atuação. Por mais que isso seja frustrante, não há uma validade ou cronograma exato de ações que farão as coisas terem alguns sentidos. Apenas surge, acontece e passa. Quem vive isso tem um dom: o de amar. É um cara bom, bem intencionado, que vai conhecer, se apaixonar, amar e seguir uma vida recheada de satisfação e amor a família. Esse é o cara limpo. O que um dia já foi sujo, bom, esse dificilmente será corrigido.

O amor dos homens tem um problema bastante serio e único: é absolutamente descartável. O homem ama uma vez. A segurança masculina traça uma linha continua de planos e desejos a partir do primeiro estalo. É quebrado ali um pino de segurança. A paixão deixa o homem totalmente despreparado e suscetível a qualquer acidente no caminho. Basta uma, uma única desilusão para que tudo o que foi aprendido nos filmes da Sessão da Tarde e na música pop inglesa dos anos 80 faça algum sentido: o amor não existe.

Assim surge um novo formato de ser humano. O homem que não sabe amar. Esse homem, assim como citaram psicanalistas maconheiros do século retrasado, é vitima de uma desilusão, apunhalada, traição, mentiras – chame como você quiser -, enfim, de uma sacanagem não literal da incauta que o apresentou ao romance. O homem que não sabe amar sofre de um grave trauma psicológico que gera uma dificuldade enorme de encara relacionamentos logos.

O sofrimento gera monstros. Esse tipo de resultado é capaz de destruir aquilo que foi planejado, desejado e conquistado com o maior esforço do mundo. Não importa o tamanho da satisfação adquirida e convivida com o passar do tempo. Nada supera a dor de um não, a insegurança de uma nova tristeza ou a fraqueza que impede um primeiro passo. O homem utiliza esse sentimento como defesa para evitar um novo desastre. O problema, o maior de todos os problemas, é que essa dor é deliciosamente viciante.

São vitimas do passado obscuro os que preferem o sofrimento de uma paixão incerta e platônica a segurança de um amor garantido e de balões coloridos. Como entender? Não, isso não se explica. E o pior: se explicar perde a graça. As certezas são poucas. Poucas e exclusivas. Ninguém gosta de tocar nesse assunto. Prefere viver e exemplificar em atos o que sente.

Basta observar. A partir de hoje, experimente observar. Cada vez mais o homem não quer um amor para amar. Mas sim, um amor para sofrer.

É na fossa o sentido se faz presente.

A visita de Obama ao Rio de Janeiro

Resumo fidedigno do que será a visita do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, ao Rio de Janeiro em março de 2011. Fonte: viajante do tempo.

13h – Obama chega ao Rio de Janeiro. O presidente dos Estados Unidos desembarca na base aérea do Rio de Janeiro. É recebido pelo governador Sergio Cabral, a orquestra de flautas da Rocinha e Patricia Amorim. A presidente do Flamengo, já na chegada, entrega ao visitante uma camiseta do clube com o número 10 e o nome “Hobama” nas costas. A fabricante pede desculpas.

13h50 – Festa no centro. O evento está montado na Cinelândia para o discurso do presidente dos Estados Unidos. Jorge Aragão, Beth Carvalho e Fernando Abreu fazem um show de abertura. Ivo Meireles é o apresentador.

14h – Negociação. Obama é visto em churrascaria com A$i$.

14h28 – Humor Pânico na TV, CQC, David Brasil e Bruno de Lucca disputam o sósia do Obama que vai aos jogos do Flamengo. O excesso de trocadilhos porcos gera interferência no som e microfonia no palco da Cinelândia.

14h34 – Polêmica. Bobagento, Não Salvo e Treta lançam o boato que Obama foi assassinado no caminho até a Cinelândia.

14h40 – Atraso. Chove muito e a cidade está alagada. Obama pega trânsito e a produção pede para Fernanda Abreu esticar o show. Ela canta “Rio 40 Graus” pela oitava vez e bate um novo recorde.

14h43 – Ameaças. Antes de iniciar “Rio 40 Graus” pela nona vez Fernanda Abreu recebe ameaças de morte do público e sai do palco. Regina Casé é improvisada e inicia um stand up. O texto começa com “Gente, Obama é negão”.

14h55 – Surrealismo. Regina Casé é surpreendida no palco por Bruno de Lucca que faz reportagem para o Video Show utilizando uma handycam. No mesmo palco aparece Eri Johnson, que imediatamente inicia uma competição de baixadinhas com Ivo Meireles. A reunião dos quatro proporciona a abertura de um buraco negro que leva o grupo à outra dimensão.

Todos vibra.

15h10 – Chegada. Com pouco mais de 10 minutos de atraso Obama chega à Cinelândia. No palco a bateria da Beija Flor inicia uma versão samba do hino americano. O publico confunde o hino com as trilhas de Independence Day, Armaggedon e Nascido em 4 de Julho. Mas canta.

15h15 – Surge Obama. Cerca de 50 mil pessoas estão no local. O presidente dos Estados Unidos aparece vestindo a camiseta do Flamengo. O público, grande parte flamenguista, vibra intensamente. Outros torcedores vaiam. Os mais exaltados são os botafoguenses, que deixam o evento. O público cai para 49.991 pessoas.

15h17 – Fazendo media. Obama começa o discurso brindando, bebendo e falando “caipiurinha”. A galera vibra intensamente e puxa um “Sem freio, sem freio, o Obama tá sem freio”.

15h30 – Controle da massa. Obama é diplomático. Fala que Tropa de Elite merecia uma indicação ao Oscar, que Frank Sinatra chupou a Bossa Nova de Tom Jobim e que Negueba é melhor que Etoo.

1541 – Blogosfera na área. A convite de uma famosa marca de refrigerantes – e selecionados porque são amigos do analista de mídias sociais da agência – cinco blogueiros acompanham o evento de perto. Mas, no fundo, isso não faz diferença nenhuma.

15h50 – Bruto. Carlos Cardoso afirma que já sabia o que Obama ia falar e anuncio bloqueio do perfil da Casa Branca no Twitter.

16h – Homenagem. Luciano Huck surge no palco com as coleguinhas do Caldeirão e desafia Obama a acertar 10 cestas de três pontos em sequencia. Obama acerta, dança funk e beija a camiseta do mengão. A platéia vai a loucura com os passos ritmados do presidente.

16h18 – Conclusões. Obama, já na oitava caipirinha, diz que ama o Brasil, o futebol e as Ilhas Malvinas. Emociona-se ao lembrar da infância e diz que o jovem da favela pode ter sucesso na vida. Só não pode desistir tão facilmente de ser jogador futebol.

16h30 – Despedida. Obama executa um mosh com perfeição, cai nos braços do povo e já engata um bloco de bota fora do Carnaval. O serviço secreto americano tenta regatá-lo, mas só vai recuperar o presidente na avenida Graça Aranha já com princípio de coma alcoólico e sem a carteira.

23h – O último ato. Obama ataca de DJ em boate carioca.

Dia seguinte: ressaca moral/mortal.

Estado do Tereré

Querem mudar o nome do Mato Grosso do Sul.

Motivo? Uma novela. Insensato Coração, pra ser mais preciso. Um personagem comentou que viajaria para “Bonito, Mato Grosso”. Sendo que Bonito fica no Mato Grosso do Sul, a 340km da capital Campo Grande. Mais do que isso, a cidade é considerada um dos grandes atrativos turísticos do Estado.

Aí já viu, né.

Um deputado estadual noveleiro (Paulo Duarte – PT) entrou na briga e agora quer mudar o nome de Mato Grosso do Sul. Pra piorar, o secretario de Turismo de Bonito, claro, curtiu a idéia. Augusto Mariano afirmou defender uma “discussão ampla e desprendida de emoções” sobre a possível mudança do nome de Mato Grosso do Sul.

Aí já viu, né.

A população entrou na onda. As manifestações de apoio a Paulo Duarte só crescem no Twitter. É o atual ícone de popularidade política em Mato Grosso do Sul. Pudera, tocou na fonte: o ego do cidadão. Ou melhor, o ego do cidadão sendo ferido em pleno horário nobre. O que mais poderia ter impacto tão relevante?

O povo quer mudança.

Mudança do nome do estado, é claro.

¹ Relembrar é viver: Paulo Duarte é acusado de improbidade administrativa e responde ação civil pública.

Caixa postal

Algo me intriga, muito me intriga, e não é de hoje. Há algumas semanas ando com uma carta na mochila. A idéia era posta-la na primeira caixa do Correios que surgisse na minha frente. Pois, amigos, houve um tempo que essas caixas brotavam em sua volta. A lan house do inicio da década é a caixa do Correios. Não precisava andar muito para encontrar uma por aí dando sopa.

Os tempos mudaram. É praticamente impossível encontrar uma caixa amarela dessas. Até mesmo nos departamentos de conveniências e galerias de lojas – onde elas costumavam conviver alimentando esperanças de todos os brasileiros que depositavam cartas de promoções e cinco rótulos de caldo Knorr para concorrer ao Caminhão do Faustão – não se tem noticias da caixa mais próxima.

Foi-se, assim, o romantismo da velha carta. As mudanças e novidades que ocorriam no meio tempo entre a postagem e o recebimento eram de matar. Sem contar a demora no recebimento que só aumentava a ansiedade. Durante a criação havia todo capricho na letra desenhada e papel bem dobrado. E, finalmente, a fantasia que corria pela sua cabeça no momento de depositar o envelope da na caixa. Aquele pouco mais de 1 segundo rendia um sorriso que traduzia claramente seu imaginário fantasioso de todo o trajeto da carta até o seu destinatário.

Encontrei a caixa acima, observem, na esquina da avenida Getúlio Vargas com a rua Marechal Deodoro (Cuiabá/MT). Sabem que o há ali? Uma agência dos Correios. Ou seja, num local totalmente irrisório. Lá está, ferida, depredada, suja, com ares de abandono. Foi-se o romantismo das correspondências e promoções com Caixa Postal. A frieza do e-mail tomou conta da realidade. Os 140 caracteres de uma DM, dizem, tornou-se suficiente.

Bendita tecnologia. Facilitou nossa vida e diminuiu distâncias. Mas aposentou aquela velha caixa de sapatos no alto do guarda roupas com todas as cartas bem guardadas. Cartas essas que são relidas durante esporádicas madrugadas e que geram um sentimento inexplicável de
ter vivido um passado.

Não importa o conteúdo. Cartas valem ouro.

Pânico de letras

Basicamente, trata-se de um transtorno obsessivo compulsivo que, como qualquer outro transtorno obsessivo compulsivo, é uma enorme falha no sistema que serve como desculpa para algo excêntrico, inacabado ou que ainda nem teve inicio. É mais ou menos assim: você tem milhares de ideias. Ótimas ideias. Mas, quando você encontra-se frente ao computador com o papel branco do Word aberto, desiste. Procrastina como se aguardasse o sono, a preguiça, um convite para o cinema, qualquer outra coisa. “Não era tão ótima ideia”, pensa no final de tudo.

Raro tipo de babaca.

Uma ideia ruim não deve ser deixada de lado. A ideia, em uma de suas acepções, é a mais clara expressão implícita da presença de intencionalidade. Seja uma idéia pra um livro, filme ou romance, não pode ser tão ruim a ponto de ser desprezada. Ideias também servem como sustento. Não estamos falando de planejamento, mas de intuição. As ideias, principalmente as ruins, surgem num reflexo estúpido de sabedoria.

“Não faço. Ou faço?”, você pensa.

Acordado, você necessita entender a importância da iniciativa. Não basta, por mais absurdo que seja sua ideia ou ideal, aguardar um empurrão ou convite para o início. É doentio fantasiar. Até cruel. Você jamais vai realizar o sonho de pegar o violão e tocar sua música preferida para a mulher da sua vida se você não aprender a tocar violão antes.

Concordo que todo homem precisa sonhar, mas o sonho sem fundamentos é o primeiro passo para a maior das decepções. Antes de fantasiar, pese as conseqüências. Mantenha os pés no chão. Despreze o pânico de letras e tire do papel. O sonho é a maior das inverdades não vividas pelo ser humano.

Arrisque. Comece. Recomece. Viva. Leia, releia, escreva. “Encante seu pensamento, mas saiba vivê-lo em cada vão momento”. Não deixe pra depois.

Nem sonhe por demais.

Web 2.0, Procrastinação e mais uma Rede Social

8:20 – Acordo atrasado. Ontem precisei atualizar meu Buddy Poke no Orkut e fui dormir às 3 da manhã.

8:40 – Depois do esporro do chefe posto meu “bom dia” no twitter e vou checar os emails.

9:15 – Termino com os emails… do Outlook.

9:16 – Emails do Gmail e aproveitando para ler os Feeds do Reader na outra aba.

9:32 – Acabo de ler os feeds dos blogs, marco as outras assinaturas como lido. O chefe veio ver como estava indo meu relatório.

9:33 – Posto no twitter que meu chefe é foda.

9:34 – Pego minha pauta.

9:35 – Dou novamente um “Enviar e Receber” no Outlook, só pra conferir.

9:45 – Volto pra pauta, agora é foco total.

9:45:15 – Twitter: “Agora é foco total”.

9:46 – Pausa pro cigarro.

9:50 – Foco total.

10:20 – Paradinha rápida para ir ao banheiro.

10:23 – Scraps e lembretes do Orkut. “Aniversário da Soninha, Aniversário do Marlon (quem é esse mesmo?), opa, scrap do Serginho: Obama morreu, veja agora?!? … rick rolled haha… o Serginho é foda mesmo”.

10:35 – Mando uma twittada do “Obama morreu”, preciso pegar alguém.

10:36 – Foco total, preciso terminar essa pauta.

10:37 – Ninguém respondeu o tweet do Obama, será que alguém caiu?

10:38 – Foco total.

… (MSN)

11:59 – Almoço na casa da tia, vou pegar o busão e ir pra lá.

12:00 – Várias twittadas, MSN, QIK, Gengibre, no trajeto para a casa da tia.

13:25 – Várias twittadas, MSN, QIK, Gengibre, no trajeto para o escritório.

13:50 – Emails – 12 correntes em PPS, 3 videos de sacanagem, 21 ofertas de assinatura de revistas, 7 virus, 2 emails de clientes e… 01 link de video para o Youtube, fodeu.

15:18 – Acabo de ver os videos relacionados, hora de responder os emails dos clientes e terminar a pauta.

… (Blip.fm)

… (twitter)

… (MSN)

… (Face Book)

19:23 – Jantar no Subway, lá tem wi-fi.

23:12 – Orkut

01:31 – Novo email recebido: “Serginho te convida para entrar em sua rede de amigos da melhor e mais nova rede social da internet…”

02:16 – Terminei meu novo perfil da melhor e mais nova rede social da internet.

02:18 – Hora de dormir, tenho um longo dia de trabalho amanhã.

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O autor desse texto, que não por acaso é meu chefe, teve a audácia de dizer que se inspirou num amigo blogueiro para escrever. Alguns apostam que foi em mim. Só pra sacanear, ontem, no horário de serviço, mandei para ele o convite para mais uma rede social: O Meme, do Yahoo.

Já tinha ouvido falar há algumas semanas desse serviço, mas só ontem realmente fiz o cadastro. A primeira impressão é que eu estava num Tumblr melhorados. A opção de postar imagens, vídeos e sons na página garantem ao Meme superioridade referente ao Twitter. Porém, exatamente devido essa comparação de formato, dificilmente o filho do Yahoo será tão popular quanto o pássaro.

Para quem gosta de blogs de humor é ótimo. Uma imagem, um comentário engraçado. Um vídeo, uma piadinha. Eu to até relembrando os velhos tempos. Meu perfil é esse aqui.

Meme, do Yahoo

Vamos ver até quando agüento. O emprego, é claro.

¹ Dica: Banco de imagens do Pantanal mato-grossense.