3 sem tirar

Jorge tem uma mensagem.

E existe destinatário. Sabe aquele sujeito arrogante que ultrapassa o cumulo da inutilidade durante peripécias ridículas e que acredita estar fazendo algo, assim, de grandessíssima relevância para a sociedade? O cara que ninguém respeita, venera, ouve, segue e, mesmo isolado do mundo real, tem a capacidade de nos irritar com sua pachorra egocêntrica que come presunto e arrota caviar?

Aquele idiota, panaca, perdedor que teima em por defeito em tudo e é incapaz de olhar para o próprio umbigo e dizer: EU SOU UM MERDA!? Sabe esse tipo?

Não se irrite mais. Aliás, não perca tempo. Ignore. Mande para ele um: Boa, campeão! do Jorge.

Thales quer um vídeo-game.

Para ganhar, ele precisa que seu vídeo seja o mais visto entre os outros participantes. O conceito – se é que existe – é “7 motivos para exercitar o cérebro”. Honrando toda a criatividade e poder de adaptação do publicitário mato-grossense, Thales não fez feio.

Mas também não mostrou a cara.

Kel e Ju gostam de sacanagem.

Gostam tanto que o blog T.P.M está sorteando um kit danadinho. A Promoção Indecente vai até sexta-feira e o QMaT vai distribuir dois kits aos leitores. Participe deixando nos comentários a resposta para a seguinte pergunta:

“Com quem você vai utilizar o Kit Doce Indecência? E por quê?”

A resposta mais gozada e/ou cretina vai receber em casa o kit abaixo.

Pau na máquina.

Prazer, Garfield

Há 31 anos, na histórica Gnorm Gnat, era publicada a seguinte tirinha

Jon – Oi, eu sou Jon Arbuckle, e esse é meu gato, Garfield.
Garfield – Oi, eu sou Garfield, sou um gato, e esse é meu cartunista, Jon.
Jon – A nossa única preocupação é divertir você.
Garfield – Comida.

Essa foi a primeira aparição pública do gato laranja mais famoso do mundo. E Jim Davis, no auge de sua genialidade, parecia já saber que a característica de Garfield que mais faria sucesso entre os leitores seria a gula. Isso sem contarmos com a ironia, a preguiça, o ciúmes, o pavor de segundas-feiras, etecétera…

Garfield é um dos personagens que mais se aproximam da unanimidade. A acidez do gato rabugento – que muitas vezes se confunde com um lado meigo apaixonado pelo Natal – tornou a série um enorme sucesso comercial em menos de cinco anos. Em 1983 Garfield já havia sido publicado em mais de 850 jornais e lucrado $15 milhões com produtos licenciados.

Nesse mesmo ano Jim Davis iniciou um antigo sonho: animar o gato. Para isso, a identidade visual dos personagens foi refeita, deixando-os mais modernos, fofinhos e simpáticos. Para comemorar os 10 anos de lançamento da série, em 1988, canais americanos exibiram pela primeira vez no horário nobre o especial “Aí Vem O Garfield”.

Uma série animada – “Garfield e Seus Amigos” – foi produzida entre 1988 e 1995. No Brasil, a voz do gato ficou por conta de Carlos Marques, responsável também por personagens como Patolino, Gaguinho e Hortelino.

Não demorou muito para Garfield conhecer o mainstream. A cria de Jim Davis está no cinema, games, revistas, TV por assinatura e, é claro, na Internet. Porém, mesmo com toda a tecnologia disponíveis, possibilidade de interação com o publico e divulgação, os quadrinhos, felizmente, vivem.

E se em 2004, após aparecer em aproximadamente 2600 jornais e somar algo em torno de $1bilhão com merchandising em 11 países, as tiras continuam fortes, atuais e pessoalíssimas, muito se deve ao talento e capacidade de adaptação de Jim Daves. Sua observação do cotidiano para incluir um gato na nossa realidade é absolutamente espetacular.

Um gato gordo mal educado que odeia inícios de semana e adora lasanha. Aparentemente, uma ideia arriscada.

Mas uma excelente aposta.

Tributo Ao Carrinho

Estádio Olímpico Monumental, segundo semestre de 2001. Eu estava .

Edilson, o capetinha, disparou pela direita. Em diagonal, no auge dos seus 39 anos, Mauro Geraldo Galvão, conhecedor dos atalhos do campo e de suas limitações físicas, fez uma das jogadas mais aplaudidas da história daquele estádio. No bico da pequena área, Galvão executou um carrinho de lado (sua especialidade) absolutamente perfeito, deixando o baiano no chão. De pé, soberano, o zagueiro distribuiu jogo sob o mais completo êxtase da torcida.

Quem jogou no Grêmio ou, no mínimo, já assistiu um jogo deste time sabe: só no Grêmio um carrinho é mais aplaudido que um toque de letra. Para ser ídolo – vide Renato, Jardel e André Catimba – não se preocupe em ser artilheiro. Entrega, raça, carrinhos e um golzinho de vez em quando está de bom tamanho.

Dentro desse conceito, tal como um cântico à bravura e ao poder do coletivo sobre firulas individualistas, foi criado o blog Tributo Ao Carrinho. De acordo com os criadores, um blog para os adeptos para o verdadeiro futebol.

Jogado sem frescura, sem firula, com suas trombadas e divididas, nos embates dos gramados (aliás, muitas vezes sem grama alguma).

Isso sim.

Esse é da época em que, como disse Jorge Bettiol, uma Taça Libertadores da América era comemorada com sangue escorrendo pela cara, e não com papel picado brilhoso voando pelo campo.

Acesse: Tributo Ao Carrinho.

¹ Dica do Cristian Bonatto.

Vacas – O Retorno

Revista Veja, 17 de junho de 2009. Página 90:

“Devemos muito as vacas. Mas há quem a veja como inimiga. A vaca, aqui referida como parte pelo todo bovino, é acusada de contribuir para a degradação do ambiente e para o aquecimento global. (…) A flatulência de todos os bovinos do mundo é tão nociva ao clima da Terra quanto a emissão de gases causada por 50 milhões de carros, o dobro da frota brasileira”.

Vejam vocês. Em fevereiro de 2006, no ostracismo da faculdade, eu e Rodrigo Fernandes criamos um curta sobre uma possível hecatombe terrestre causada pelas Vacas. O filme, que nada mais é que uma parodia de Ilha das Flores, tratava com ironia a iniciativa do homem de culpar as vacas pelo aquecimento global.

Produzido somente no final daquele ano, Vacas foi inscrito em festivais e prêmios de cinema amador. Seu momento de glória foi em 2008, quando uma professora de biologia do Rio Grande do Sul o exibiu para alunos secundaristas.

Tremei, educadores. Tremei.

Três anos depois o tema volta a ser discutido. Agora, pela redação da Revista Veja. Umas das maiores diferença, além da evidente credibilidade, é que eles ganham para isso.

Nós simplesmente não tínhamos nada melhor para fazer.

Bons tempos, aliás.

¹ Dica: A História de Street Fighter.

² Games: Imagens de Max Payne 3.

³ Estréia: Qual o preço de um viral?

Web 2.0, Procrastinação e mais uma Rede Social

8:20 – Acordo atrasado. Ontem precisei atualizar meu Buddy Poke no Orkut e fui dormir às 3 da manhã.

8:40 – Depois do esporro do chefe posto meu “bom dia” no twitter e vou checar os emails.

9:15 – Termino com os emails… do Outlook.

9:16 – Emails do Gmail e aproveitando para ler os Feeds do Reader na outra aba.

9:32 – Acabo de ler os feeds dos blogs, marco as outras assinaturas como lido. O chefe veio ver como estava indo meu relatório.

9:33 – Posto no twitter que meu chefe é foda.

9:34 – Pego minha pauta.

9:35 – Dou novamente um “Enviar e Receber” no Outlook, só pra conferir.

9:45 – Volto pra pauta, agora é foco total.

9:45:15 – Twitter: “Agora é foco total”.

9:46 – Pausa pro cigarro.

9:50 – Foco total.

10:20 – Paradinha rápida para ir ao banheiro.

10:23 – Scraps e lembretes do Orkut. “Aniversário da Soninha, Aniversário do Marlon (quem é esse mesmo?), opa, scrap do Serginho: Obama morreu, veja agora?!? … rick rolled haha… o Serginho é foda mesmo”.

10:35 – Mando uma twittada do “Obama morreu”, preciso pegar alguém.

10:36 – Foco total, preciso terminar essa pauta.

10:37 – Ninguém respondeu o tweet do Obama, será que alguém caiu?

10:38 – Foco total.

… (MSN)

11:59 – Almoço na casa da tia, vou pegar o busão e ir pra lá.

12:00 – Várias twittadas, MSN, QIK, Gengibre, no trajeto para a casa da tia.

13:25 – Várias twittadas, MSN, QIK, Gengibre, no trajeto para o escritório.

13:50 – Emails – 12 correntes em PPS, 3 videos de sacanagem, 21 ofertas de assinatura de revistas, 7 virus, 2 emails de clientes e… 01 link de video para o Youtube, fodeu.

15:18 – Acabo de ver os videos relacionados, hora de responder os emails dos clientes e terminar a pauta.

… (Blip.fm)

… (twitter)

… (MSN)

… (Face Book)

19:23 – Jantar no Subway, lá tem wi-fi.

23:12 – Orkut

01:31 – Novo email recebido: “Serginho te convida para entrar em sua rede de amigos da melhor e mais nova rede social da internet…”

02:16 – Terminei meu novo perfil da melhor e mais nova rede social da internet.

02:18 – Hora de dormir, tenho um longo dia de trabalho amanhã.

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O autor desse texto, que não por acaso é meu chefe, teve a audácia de dizer que se inspirou num amigo blogueiro para escrever. Alguns apostam que foi em mim. Só pra sacanear, ontem, no horário de serviço, mandei para ele o convite para mais uma rede social: O Meme, do Yahoo.

Já tinha ouvido falar há algumas semanas desse serviço, mas só ontem realmente fiz o cadastro. A primeira impressão é que eu estava num Tumblr melhorados. A opção de postar imagens, vídeos e sons na página garantem ao Meme superioridade referente ao Twitter. Porém, exatamente devido essa comparação de formato, dificilmente o filho do Yahoo será tão popular quanto o pássaro.

Para quem gosta de blogs de humor é ótimo. Uma imagem, um comentário engraçado. Um vídeo, uma piadinha. Eu to até relembrando os velhos tempos. Meu perfil é esse aqui.

Meme, do Yahoo

Vamos ver até quando agüento. O emprego, é claro.

¹ Dica: Banco de imagens do Pantanal mato-grossense.

17º Festival Mundial de Publicidade de Gramado – Dia 2 e encerramento

Devido problemas técnicos e de força maior – vocês entenderão – o resumo do segundo dia do Festival Mundial de Publicidade de Gramado vem acompanhado do encerramento. O evento reuniu, de acordo com a organização, cerca de 7 mil estudantes de mais de oito estados diferentes. Contudo, os corredores do Serra Park amanheceram vazios na quinta-feira.

Os baladeiros, ainda insanos com o primeiro dia em Gramado, só apareceram no festival depois das 14h. Uma pena, pois perderam duas conferencias que abordaram o tema da inovação e vanguarda criativa em pesquisa, planejamento e ações. Rony Rodrigues, da BOX 1824, mostrou como é desenvolvido o trabalho de pesquisa e estratégia em sua agência especializada em novas tendências. Ele deixou claro que métodos tradicionais perdem espaço para analiar de redes sociais em games ao citar cases de clientes como Nike, Globosat, Nokia e Fiat.

Já com casa cheia, Walter Longo precisou de pouco mais de 1 hora para exemplificar, comentar e discutir o verdadeiro mercado de vanguarda. Comparando o atual momento com a revolução industrial, Longo citou a alteração de percepção do ser humano. Destaque para o que o profissional chamou de os cinco nãos. Veja os mais interessantes:

1. “Tamanho não é documento”. Planejamento criativo é essencial.

2. “Cliente não tem sempre a razão”. O cliente nem sempre sabe o que quer por não saber o que querer.

3. “Seu negocio não é o que você está pensando”. Preocupe-se mais com sua concorrência.

Finalizando, Longo surpreendeu o público citando, com base no conceito nexialismo, que o futuro não será dos especialistas. “o nexialista é aquele que enxerga a todos, que não sabe as respostas de todas as perguntas mas é capaz de buscá-las”.

Logo depois Alex Mineiro mostrou porque precisa ser mais utilizado. Participou de dois gols deixando Souza em ótima situação. Maxi Lopez provou que é o melhor jogador do Grêmio. E Joilson que vai fazer falta na Taça Libertadores.

Esse foi o problema de força maior.

Sexta-feira era o dia da palestra mais esperada do festival. Barbara Oceanlight, uma das cabeças pensantes da campanha presidencial de Barack Obama falou via Skype direto do seu quarto da Florida. E quando eu falo quarto é sério. A mulher parecia ter acordado algumas horas antes e estar fazendo um favor ao falar com aquele bando de latinos. Faltou só um Buenos dias.

Antes dela tivemos apresentações de renomadas agências: João Livi (Talent); Fernando Campos (Santa Clara); Flávio Cesarotti (Fisher América) e Moacyr Netto (DM9DDB ). Todos bateram na mesma tecla: o romantismo e importância de trabalhar com redes sociais. Mas poucos acrescentaram. No mais, exibiram cases que já vimos em blogs como Sim Viral e Brainstorm 9. O mais incrível, ou triste, é a repetição nessas palestras. Se você viu uma, viu todas. Anote as 4 declarações a seguir. Se elas não forem citadas por um palestrante dito especialista em redes sociais, me acorde.

“É importante você ter sua marca numa rede social. Mas ela precisa ser relevante ao cliente. Não faça uma comunidade no Orkut, Facebook ou Twitter se for apenas para estar lá.”

Ok… Mas como ser relevante? Alguém arrisca dizer?

“O interessante do blog corporativo é a instantaneidade. Você conhece a opinião do seu cliente e responde diretamente”.ando o diretor de marketing ou o assessor de imprensa não tem tempo para escrever no blog? E como convencer o seu cliente medroso que teme reclamações nos comentários?

“O Twitter é um serviço de microblogging que suporta mensagens de 140 caracteres. Ele é ótimo”

Ótimo pra que? Aliás, alguém tem uma explicação melhor para Twitter além da manjada microblogging?

”Nós não trabalhamos com post patrocinados. Fazemos ações com poder de viralização. Essa aqui, por exemplo, foi publicada espontaneamente por blogs como Jacaré Banguela, Chongas, Kibeloco…”

Sei.

Chegava da hora de Barbara. Sua palestra foi resumida no planejamento do conceito Change. “O povo sabia que aquela era a hora de mudar. O conceito não foi adaptado. Ele foi criado pelo povo para o povo. Ouvimos nossos eleitores como nunca havia acontecido nos Estados Unidos.” Quando questionada sobre a campanha virtual de Obama, a americana resumiu que não trabalhou integralmente essa área. Mas elogiou o trabalho dos colegas. E todo mundo se perguntou o que ela estava fazendo ali.

Conclusão do 17º Festival Mundial de Publicidade de Gramado: leve decepção. Quando o tema “Vanguarda” foi escolhido esperava-se amostras da real fase da publicidade brasileira em tempos de crise. Principalmente tratando-se da maior fatia de público: estudantes de estados interioranos.

Nossa realidade de mercado é diferente dos palestrantes. Quando Olivetto tem a pachorra de dizer “é hora de trabalharmos com criatividade sem dispor de grande verba” e, instantes depois, apresenta o case de um cliente que comprou placas no autódromo de Interlagos, patrocinou o troféu do GP, fez um VT em homenagem à Oscar Nyemaier (autor do troféu) e veiculou no intervalo do Jornal Nacional dá vontade de levantar e tomar um vinho, comer polenta, sei lá.

Não vimos palestrantes desse planeta. Profissionais conhecedores do mercado daquela platéia que viajou – muito – e pagou – caro – para aprender. Que, mesmo com pouca verba, construam campanhas solidas e de retorno. Que sabem o que é não ter verba para fazer um filme com captura e são obrigados a render-se à cartela. Resumindo, publicitários que fazem uma limonada com meio limão.

Faltou visão. Faltou honestidade. Em certos momentos me senti no Festival de Cinema. E o filme era de ficção.

¹ Fail: A dita “Wi-Fi Zone” não funcionou durante o evento. Ouvi muitas reclamações.

² Oficinas: Ótimas. Mas podia ser melhor organizada. Teve gente que nem se inscreveu e ainda assim participou.

³ Fotos: Marina Barato.

17º Festival Mundial de Publicidade de Gramado – Dia 1

Um descendente de alemães numa cantina italiana cantando Ivete Sangalo para um grupo de acadêmicos sergipanos bêbados. Meninos, eu vi. E descobri que o Festival Mundial de Publicidade de Gramado é um Conecades com grife. Muita gente, muita bagunça, muito vinho, muitas fotos, pouca informação.

Já na terça-feira começaram a surgir no horizonte de BR 116 os primeiros ônibus. E é impressionante como o estudante de publicidade é um sujeito alienado – sem generalizar, por favor. É um desespero para conhecer os restaurantes da moda, uma incrível necessidade de visitar os principais pontos turísticos num só dia e, claro, a mais pertinente das preocupações: onde vai ser a baladinha depois das palestras?

Balada. Esse é o termo adolescente mais ridículo já inventado. Não, não. Perde ainda pra esquenta. Mas isso é tema para outro post.

Festival, vamos lá.

A abertura solene começou pouco depois das 19h com a apresentação de Tulio Milman. O primeiro discurso, e com certeza mais emocionante da noite, foi do Airton Rocha, Presidente do Sindicato das Agências de Publicidade do Rio Grande do Sul. Ele rasgou o verbo como frases de impacto do estilo “a objetividade e prepotência do varejo inquieta a arte”; “a publicidade dispõe de mais verba do que o ensino publico. Vamos fazer valer essa força” e “cada um de nós traça o mapa de sua ousadia. Não sejam, estudante, publicitários comuns. Ousem”.

Na seqüência o Presidente do Festival Mundial de Publicidade, Alexandre Skowronsky, homenageou quatro profissionais com a já almejada medalha Mauricio Sirotsky Sobrinho. O publicitário William Bonner, no telão, agradeceu direto do estúdio do Jornal Nacional. José Gallo, diretor-presidente das lojas Renners, e Yeda Crusius, governadora do Rio Grande do Sul, também subiram ao palco. Por ultimo, recepcionado como um verdadeiro pop star, Washington Olivetto recebeu a medalha e iniciou sua palestra.

O diretor de criação da W/Brasil ficou pouco mais de uma hora frente ao púlpito. Sua palestra, como de praxe, foi tudo aquilo que já vimos na faculdade: vídeos. Olivetto exibiu uma série de cases, desde o Primeiro Sutiã até o Idéias Bizarras. Falou pouco sobre tendências de criação e novas mídias. Para defender a opinião que uma campanha deve ser criada com o intuito de tornar-se um patrimônio cultural Olivetto lembrou… Olivetto. Mostrou parodias de seus filmes, elogios do presidente Lula e como ele inspirou a atual publicidade argentina.

E só. A palestra, para muitos, foi rápida e decepcionante. E talvez tenha sido. Entre todo aquele “eusoufodismo” de Olivetto, firmaram-se aquelas antigas certezas: Gênio. E nunca seremos ele.

Pelo menos depois teve baladinha. Uhúl.

¹ Clima: O frio tá de trincar as bolas.

² Oficina: Hoje vai rolar umas oficina de redes sociais às 14h. Estaremos lá.

³ Foto: Marina Barato.