Música do filme Ghostbusters tocada por 8 drives de disquetes

20, ago
2012

Você aí, geek da antiga, lembra dos insuportáveis ruídos que seu computador fazia quando lia disquetes? Eis que uns caras mais geeks que você conseguiram sincronizar os ruídos de 8 drives de disquetes para tocar a música tema do filme Ghostbusters! Não entendeu, então veja o clipe abaixo.

E-Books: morte dos livros impressos?

16, jul
2012

A velha discussão sobre impresso x digital divide opiniões no mundo editorial. Sejam jornais ou livros, o crescimento das mídias digitais causou uma mudança de hábito em boa parte dos leitores mundo afora, tirando a “exclusividade” da informação que antes era passada através do papel. Por mais que a sensação de ler o bom e velho livro impresso ainda seja preservada por muitos leitores, outra boa parcela deles prefere ler online.

Os e-books se tornaram boa alternativa para quem gosta de uma boa leitura. Um dos grandes motivos que levam as pessoas a optarem pelos livros digitais é a facilidade em se encontrar uma infinidade de livros e autores na internet: não é preciso sair de casa, bastam alguns cliques e o custo é bem menor – até de graça em alguns casos. Cada vez mais downloads de e-books são feitos com autorização de autores e editoras, que já entenderam o poder da internet e adotaram a estratégia de conviver com ela.

Os sites de compras coletivas também entraram na onda: alguns, como o Groupon, oferecem descontos para baixar livros que podem chegar a mais de 70%. É mais barato e mais prático, além de oferecer a possibilidade de encontrar maior variedade de obras e autores sem precisar sair de casa ou esperar a entrega de uma compra online.

Os livros digitais vão acabar com os impressos? Difícil precisar, mas a tendência é que, assim como acontece com os jornais, o livro impresso perca cada vez mais terreno por conta de suas limitações em termos de custo e praticidade. O fato é que as empresas deste segmento não podem se esquecer dos impressos, mas também não podem ignorar o impacto que a internet trouxe a este mercado. Grandes jornais, como o The New York Times e o Jornal do Brasil já digitalizaram todos os seus acervos. Já o Google vem firmando acordos com empresas e editoras e digitalizando livros há cerca de seis anos.

Para as editoras e autores é tudo uma questão de saber aproveitar a internet e o seu imenso poder de alcance, utilizá-la como uma mídia e uma ferramenta a mais de divulgação e vendas, além de levar o conhecimento para todos. Para os leitores, é uma fonte a mais de informação, uma gigantesca biblioteca virtual a sua espera. O importante mesmo é que as pessoas se interessem cada vez mais por livros, digitais ou de papel, na escrivaninha ou no Kindle, e aprimorem cada vez mais seus conhecimentos.

 

Este artigo foi escrito em cooperação com o Groupon

Aparelhos conceito de telefone fixo

11, jul
2012

Mesmo com toda a evolução da tecnologia, os aparelhos e telefone fixos ainda são importantes e têm o seu mercado. É possível encontrar diversos modelos deles em lojas do ramo, sites de compras coletivas e novas empresas, como o telefone de Gigaset. Apesar de fixos, eles estão modernizados, sem fio, com designs diferentes baseados em novos conceitos.

Os telefones estão cada vez menores e com mais utilidades: hoje eles servem como despertador e agenda, acessam a internet, são câmeras fotográficas e filmadoras. Às vezes temos até que lembrar que eles também servem para fazer ligações.

Mas, claro, nem sempre foi assim. Se hoje é comum ver smartphones cada vez mais espertos por aí, houve uma grande quantidade de antecessores para que se pudesse chegar até eles, desde os antigos aparelhos de telefones fixos (aqueles em que é preciso rodar os números para discar), passando pelos telefones sem fio, os celulares “tijolos” até chegar aos pequenos aparelhos móveis de hoje.

Os primeiros aparelhos telefônicos eram totalmente analógicos e transportavam apenas frequências de voz e de sinalização. Eles foram se modernizando ao longo do tempo, ficando cada vez menores e potentes. Quem nunca discou num desses na casa da vovó?

Alguns aparelhos de telefone fixo hoje são mais do que apenas instrumentos para fazer ligações e se comunicar. Eles se tornaram verdadeiras peças de decoração!

A tecnologia e a internet mudaram muitos hábitos e sempre há a discussão se as novas mídias irão matar as velhas: os portais vão matar os jornais impressos? Os e-books vão matar os livros? O iPad vai matar o Kindle? Os celulares vão matar os telefones fixos?

No caso específico dos aparelhos de telefone fixo, mesmo com os smartphones eles ainda são úteis e necessários. A tendência é que as novas tecnologias convivam com as antigas, mesmo que roubem grande parte do mercado e usuários delas.

Há espaço para todas… e há também espaço para ser criativo com todas elas!

Video Essays – a internet ajudando a entender cinema

09, mai
2012

Por Letícia Vedolin
Redatora (Correspondente Internacional)

O último fim de semana foi de cinema no norte da Alemanha. Participei do 58˚ Festival de Curtas de Oberhausen, que este ano comemorou os 50 anos do Manifesto de Oberhausen, um dos mais importantes para o cinema alemão do pós-guerra. Em meio à retrospectivas e homenagens aos precurssores do movimento, um dos paineis debateu internet, cinema e educação. O convidado era Kevin Lee, autor de Video Essays sobre cinema, uma forma de Edutainment na qual cinema é ensinado através de vídeos (na maioria das vezes) divertidos e envolventes.

Lee mostrou alguns de seus vídeos, assim como o projeto Film Studies in Motion, no qual, em parceria com a organização do Festilval de Oberhausen, são apresentados semanalmente videoessays atuais e programas produzidos para a televisão alemã a partir dos anos 70, com o objetivo de debater e ensinar cinema.

A ideia do debate foi mostrar a conexão entre o trabalho e Lee e o dos comentaristas de cinema da tevê alemã nos anos 70. Além da óbvia ligação entre o conteúdo, ambos análises de cinema, há semelhanças entre as características dos dois meios nas diferentes épocas. A televisão alemã dos anos 70 era pública e, segundo Lee, de certa forma independente de grandes níveis de audiência, assim como o conteúdo feito para internet não busca alcançar os mesmos números dos meios de massa. Tampouco havia grandes problemas quanto aos direitos de uso das imagens para a construção dos programas educativos sobre cinema, o que permitia a apropriação de trechos dos filmes sem a necessidade de permissão dos distribuídores. Igualmente acontece, na produção dos vídeos de Lee, que utiliza material sem permissão – seu canal no YouTube já esteve bloqueado, mas a maioria dos distribuidores fecha os olhos e considera seus Video Essays uma forma de mídia espontânea.

Interessante também, foi a diferença apontada por Lee, entre o que era produzido nos anos 70 e seu trabalho hoje. Apesar das senelhanças em quesitos econômicos entre o início da TV e o da Internet, as possibilidades oferecidas ao público por este, transformam a forma como assistimos a filmes e, em consequência, a forma como os analizamos. Como exemplo das mudanças trazidas pela interação proporcionada pela internet, Lee mostrou o curta The Sunbeam (1912), e uma variação produzida por um estudante, em que as cenas do filme são mostradas simultaneamente, de acordo com o tempo real em que acontecem. Uma versão assim só é possível hoje e altera o significado e forma da versão original.

O futuro das mídias sociais: terceiro episódio do Vlog Número Primo

04, abr
2012

A evolução das mídias sociais tem sido muito dinâmica e sempre nos apresenta surpresas. Apesar de qualquer previsão correr o risco de estar completamente errada, neste episódio do vlog tento traçar o que ocorrerá na rede no futuro próximo. Quais serão as modificações no Facebook, como continuará mudando nossas vidas? Como as redes sociais serão utilizadas nas organizações? O que é a internet das coisas?
Na verdade, esse foi o tema que nos foi proposto em um painel no Desencontro 2012 (ocorrido no final de março). Se você esteve lá, veja de novo o que eu defendi. Se não pode ir à Fortaleza, conheça minhas apostas.
E, claro, quero conhecer suas opiniões sobre o tema. Não deixe também de assinar o canal no YouTube, pois isso ajuda a divulgar o vlog.